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sábado

Como fazer uma geral em seus colchões e sofás e sumir com os ácaros

Parece que os tempos corridos de hoje, associado aos novos afazeres ‘pós-modernos’, tipo os 'selfies' e os 'wat zaps da vida’, vêm reduzindo significativamente o tempo hábil de muita gente para cuidar e dar conta de detalhes – que só parecem detalhes – bem significativos para a questão da saúde e qualidade de vida, logo, não custa dar uma olhada no texto abaixo e conferir uma destas “negligências triviais”.

Vejamos! O velho hábito é de só mexer no colchão, ou até no sofá, quando vai trocar, o que é um grande equívoco, sobretudo se ele, o sofá, for de tecido. Quanto ao colchão, a falta de limpeza adequada explica os problemas alérgicos e gripes constantes, as tosses à noite e o velho nariz entupido sem motivos aparentes. São os “zilhões” de ácaros que fazem a festa em seu colchão e sistema respiratório.

Como o velho aliado do passado nessa luta contra os ácaros não está mais disponível para a maioria das pessoas, o sol, já que uma grande parte mora em apartamentos, o novo grande aliado, agora, é o aspirador de pó.

Claro, se tem a possibilidade de usar o sol, não tem melhor, ou mesmo case os dois recursos, aspirador de pó e sol, e vai ter o colchão mais higienizado da paróquia. Primeiro faça uma aspiração sistemática, radical, sobretudo nas costuras, viés e “cantos”, e depois coloque, em lados alternados no sol do meio do dia.

Leia também:
- Como fazer para cuidar e conservar melhor o seu colchão 
- Como fazer para lavar e garantira higiene e limpeza de seus travesseiros
- Como fazer limpeza e manter higiene do seu colchão
Se o sofá é de tecido, tipo: chenille, jacquard, suede, sarja, linho, veludo e camurça, a saída é a aspiração radical, como nos colchões, observando todos os escondidos e cantos, e se possível o recurso ao sol, sobretudo as almofadas e partes móveis. Claro que o tempo não deve ser muito prolongado para não perder ou desbotar a cor.

Se o seu sofá é de couro ou de tecido sintético proceda a aspiração criteriosa, e no de couro, em todas as reentrâncias e “cantos”, sobretudo, e no de tecido dê uma geral, mesmo. Não convém usar o velho pano molhado para fazer uma limpeza, pois qualquer resto de água que ficar pode, ao secar, provocar manchas e ressecamentos que podem exigir novos procedimentos para recuperar. No de couro, use o produto específico recomendado para a limpeza e/ou hidratação.
Ácaro
A limpeza pode ser feita de forma caseira, mas pode não atingir a máxima eficácia da higienização. Muitas vezes a utilização de produtos inadequados pode prejudicar o tecido do sofá.

Quanto à periodicidade para voltar a refazer o processo de limpeza, como os ácaros têm um ciclo de vida de até noventa dias, de três em três meses é um bom intervalo.

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quarta-feira

Como fazer um pequeno ‘tamborete’ rústico e prático

Como pode ver, a imagem fala por si mesma. É um banquinho rústico, vulgo tamborete, que pode ser muito útil nas lides domesticas e até mesmo como objeto e/ou detalhe na decoração.

O diferencial é que o tampo/assento tem a forma de um ‘D’. Ele seria uma réplica de um banquinho de origem bem antiga, um banco viking. É isso! É o que dizem as pesquisas arqueológicas.

Para fazer um assim, basta um retalho de madeira, mesmo usando alguma peça para reutilização e mãos à obra. Na imagem é de pinus, mas é só um detalhe e você pode usar a madeira que achar mais conveniente e à mão, já que é pouca madeira utilizada.

Leia também:
Como fazer um banco rústico de madeira 
Como fazer um banquinho de madeira super prático e muito útil. Confira! 
Como fazer para usar corretamente a lixa para madeira em seus trabalhos 
Como fazer uma cadeira simples e prática para uso externo 
Como fazer para transformar duas cadeiras velhas em um móvel novo
Na sequência de imagens dá para perceber que é bem simples, e fácil de fazer um.
Dá para ver que é uma tábua mais grossa, o que é essencial para fixar bem as pernas e garantir a firmeza e segurança. Algo em torno de 3,5 a 4,0 cm. E da mesma peça podem sair as pernas.

Vai precisar basicamente de:
- Serrote e/ou serra tico-tico para facilitar o corte em curva; 
- Furadeira com uma broca chata de 25 mm (avalie a partir das dimensões - espessura de sua madeira e do pé); 
- Formão para fazer a cunha; 
- Lixa para acabamento;- Lápis para marcações; 
- Régua ou trena; 
- Esquadro para conferir a montagem e acabamento.
Começando, é medir a madeira com largura de 30 cm de largura por 25 cm de profundidade.

Os pés devem ter em média 35 cm de altura (é uma altura meio que ‘padrão’, mas escolha a que achar mais conveniente) e um diâmetro de 3,5 cm x 3.5 cm (ou 4.0 cm). (Imagem 2)
Imagem 2
Na extremidade de encaixe dos pés no assento, redonda, o diâmetro deve se equivalente ao da broca chata – 25 mm, ou 30 mm caso avalie que fica melhor – com a parte de encaixe com um pouco de sobra acima do assento.
Imagem 3
Pela imagem dá para perceber que o furo no assento deve ser levemente inclinado para dentro – observe a mesma inclinação para os três furos, para que ele tenha maior estabilidade. Faça uma adaptação na outra extremidade depois para dar equilibro.

      Obs. No ‘arredondamento’ do encaixe do assento, deixe no limite a madeira em seu esquadro normal, quadrado, (como pode ver na imagem 3) para que o assento se apoie e aumente a estabilidade. Daí é só ‘suavizar’, arredondando, até a base.
Imagem 4
Na parte superior, e que vai sair um pouco acima do tampo, faça um corte com o serrote com profundidade equivalente à espessura da tabua, para que possa introduzir uma pequena cunha que vai garantir a fixação – além da cola – e só depois você acerta no nível do assento. (imagem 4)

Feito os cortes, e furos, é hora da montagem.

Terminada a montagem, é só dar um trato de lixa e, se for o caso, verniz ou tinta à seu gosto.

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sábado

Como fazer para proteger o seu piso de madeira contra os arranhões

É de praxe, assim que ‘acabamos’ de renovar o sinteco, eis que nos aparecem, ‘gritantes’, os primeiro arranhões ou riscos provocados, sobretudo pelo arrastar de cadeiras e móveis. Como está tudo lisinho e brilhando estes aparecem como se gritassem para serem vistos.

Falamos de móveis e cadeiras, mas, pelo menos aqui em casa, um grande “fator de arranhões” é nosso rotwailler ‘gigante’ que, pelo visto, não sabe andar, já que só vive correndo e/ou aos pulos. Neste caso a solução é só uma. Impedir que o dito cujo acesse, ou mesmo passe, pelo local.

Quanto aos móveis e cadeiras, uma saída são as meias ou polainas de tricô para as cadeiras e quanto aos móveis, é ficar atenta ao mínimo deslocamento, para que sejam suspensos, ou mesmo colocados sobre um retalho de tecido durante o deslocamento.
Leia também: 
Como fazer para limpar e conservar seu piso de madeira 
Como fazer para ‘bem’ envernizar móveis e pisos de madeira 
Como fazer para cuidar ‘com cuidado’ dos pisos de madeira
As meias e as polainas podem até servirem como um adereço decorativo quando podem ser trocados periodicamente, inclusive para serem lavados, mas, são mais apropriadas para cadeiras.
Se optar pela meia ou polaina, convém colocar elástico na borda para que ela se fixe melhor.

Entretanto, uma solução meio que permanente, é a colocação de disco de feltro ou mesmo de manta de refugo têxtil – conhecido por outros nomes, como refugo têxtil e outros – coladas sob os pés de moveis e cadeiras, o que libera geral para seu deslocamento sem o risco de arranharem o piso.

Eles devem ser cortados na medida, diâmetro, exata do pé do móvel, de maneira que não sobrem rebarbas que vão atrair e juntar poeira e detritos variados.

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terça-feira

Como fazer para usar corretamente a lixa para madeira em seus trabalhos

A arte da marcenaria, como toda arte, tem lá suas regrinhas básicas que visam não só tornar o serviço mais previsível e seguro, bem como tornar mais fácil sua execução, e com a marcenaria não é diferente.

Algumas regrinhas estão aí pra facilitar “as coisas”. No caso a escolha da lixa adequada ao seu serviço, bem como melhor forma de utilizá-las para que tudo saia da melhor maneira possível e compense o seu esforço e expectativas.

Logo, escolher a lixa certa para cada trabalho é algo que deve ser feito com muita atenção. Algumas madeiras devem ser lixadas com lixas mais grossas do que outras.

Mas, independente do tipo de madeira, o ideal é que se comece com uma lixa mais grossa e, na sequência, ir reduzindo “a numeração” para se conseguir um acabamento perfeito.

No caso das 'madeiras nobres', como o mogno, marfim, cedro ou cerejeira, as madeiras maciças, teria como recomendação inicial se fazer a primeira ‘lixada’ com o recurso de uma lixadeira elétrica – disco ou fita –, ou com o uso de um toquinho de madeira envolvida pela lixa o que lhe dá mais firmeza.

É bom lembrar-se que o ‘lixamento’ deve ser feito sempre no sentido – a favor – dos veios da madeira, para que não risque e preserve sua beleza, o que pode ser importante no acabamento final.

O uso do “toquinho de madeira” facilita todo o processo.

Retomando a ideia inicial, o processo deve começar com a lixa de nº 80 e gradualmente mudando para os números 100, 150, 180, 220... E, a depender do caso, subindo na sequência até obter o acabamento desejado.

Se no processo surgir alguma imperfeição maior, tipo riscos mais profundos, volte todo processo e reinicie com o nº 80.

Para se certificar se já satisfatório, faça o teste passando um pedaço de estopa sobre a área e se ficarem muitos resíduos presos na madeira e sinal de que ‘ainda’ não está bom.

Um lembrete: ‘economizar’ no uso das lixas – insistindo e usar depois de muito gastas – pode não ser uma boa ideia, pois vai atrasar seu trabalho e pode até comprometer o resultado.

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domingo

Como fazer para conservar os seus móveis e mantê-los sempre bonitos

móvel é um conceito que, mesmo hoje, herdou a fama de seus predecessores, que é o de durabilidade. Tanto é que não raro ficavam de herança. Situação esta que mudou significativamente, sobretudo em função do material em que são construídas as versões com materiais mais ‘modernos’.

Se no passado a madeira maciça era a regra, não podemos nem dizer que hoje seja mesmo exceção, já que quase tudo é de madeira, entre aspas, ou processada industrialmente.

É o que conhecemos como compensado, aglomerado, MDF, fórmica, laca, e por aí vai. Logo, o trato, o cuidado, com eles é diferente, inclusive entre si. Não para deixar de herança, mas para poder usá-los com mais tranquilidade e por mais tempo.

Mas, tanto em um como outro caso, algumas medidas e/ou cuidados, se tomados com certa regularidade, garantem a conservação, durabilidade e assim evita a necessidade de corrigir ou consertar eventuais problemas que possam surgir, bem como ter que trocá-los prematuramente.

Então vamos a algumas regrinhas básicas que, a bem da verdade, valem para todos eles:

Em primeiro lugar, móveis não podem ficar expostos ao sol, o que vai fazer a madeira ficar manchada – vale para os moveis de madeira maciça, quanto às manchas – e as lâminas podem descolar. Use cortina com black-out.

Não arraste. Se for preciso trocá-lo de lugar, esvazie-o totalmente e puxe-o pela base ou em local bem próximo a ela. Coloque sobre um pedaço de tecido grosso, tipo um tapete velho, o que ajuda o deslocamento sem comprometimento do móvel e mesmo do piso. Uma medida importante é “calçar” os móveis – use disquinhos de... para que possam ser movidos com mais facilidade e sem traumas.

Observe sempre uma razoável distância entre o seu móvel e a água/umidade, já que o mofo, bolor, e nos casos de não serem de madeira maciça, a água pode levar a um inchaço e desintegração, logo, perda irreparável. Por isso, “todo cuidado com a água é pouco”, como se diz.

Logo, não molhe nem exponha o móvel à umidade ou ao calor. Mesmo para tirar a poeira, aposte sempre no pano macio e seco ou, se necessário, mesmo, no máximo levemente umedecido com água.

Evite objetos pontiagudos sobre a sua superfície. Habitue-se a colocar – colar – “rodinhas” (sapatinhos) de feltro sob as peças que costuma deixar ou usar sobre eles, sobretudo àquelas mais pesadas, para se prevenir contra arranhões.

Mantenha-os sempre nivelados – use corretivos – calço – no lado com problema – o que vai garantir a sua “saúde”, bem como evitar que o desnivelamento possa impedir o bom funcionamento de portas e gavetas.

Faça uma vistoria periódica nos parafusos. Mantê-los sempre apertados e no lugar... O seu móvel agradece.

Na limpeza sempre prefira um pano macio em vez do tradicional espanador de penas. Embora o efeito visual no uso deste último pareça bom, a poeira pode se acumular em reentrâncias e emendas e deixar o seu móvel progressivamente com uma “cara feia”.

Evite subir sobre os assentos das cadeiras e bem como apoiar-se em duas pernas. Situações estas que podem fragilizá-las.

Se o seu móvel é de madeira, ou mesmo de laminado, uma ‘lustrada’ periódica – três a quatro vezes ao ano – com o óleo de peroba vai deixá-lo na só com a cara de novo e bonito, como vai dar um bom trato – hidratação na madeira, ou na lâmina de revestimento.

Entretanto se ele não é escuro o óleo de peroba pode provocar manchas – faça um teste em um ponto escondido – e, caso não seja compatível, pode usar a cera incolor pastosa com silicone (caso não sejam envernizados, pois podem se incompatíveis.

Para garantir o brilho e beleza no resto do tempo, use a velha conhecida flanela.

No caso de móveis envernizados cuja aparência esteja meio opaca, sem brilho, basta fazer uma mistura em partes iguais de terebentina e óleo de peroba. Depois com um pano macio molhado com esta mistura, esfregue bem a superfície do objeto.

Para puxadores, maçanetas e outros detalhes em metal, sejam eles de aço inox, banhos de cromo – informe-se na “certidão de nascimento” do móvel – aplique uma camada fina de cera polidora de carro e faça um polimento com pano seco, deixando-os todos brilhando e com caras de novos.

Concluindo, estas recomendações e/ou dicas, como viu, servem tanto para moveis de madeira maciça, mas, com atenção especial para aqueles aos quais nos referimos acima, bem mais frágeis e suscetíveis a sofrerem com eventuais maus tratos.

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sábado

Como fazer para dividir o seu espaço e deixá-lo melhor e mais confortável

Se o espaço, seu espaço/apartamento, é pequeno e de alguma maneira existe uma confusão, mesmo que só visual/estética entre as várias funções que acomoda, uma boa idéia é fazer uma separação visual – entre aspas – utilizando alguns recursos como cores e objetos e/ou moveis, por exemplo, “dividindo” o espaço.

É uma ideia meio inusitada, mas, deve funcionar.

Uma diversificação na ‘pavimentação’ ou piso, colocando tapetes, ou mesmo algum revestimento parcial, sintético e de fácil aplicação – pode fazer tipo uma ‘moldura’ com alumínio para delimitá-lo melhor – veja em lojas de carpetes e tapetes – é, também, uma boa ideia nesse sentido.

Utilizar móveis como divisores do espaço, tipo uma estante.
- Quadros ou objetos decorativos nas paredes com características próprias de cada ambiente. 
- Luzes ou luminárias adaptadas às funções de cada espaço. 
- Temos, ainda, a possibilidade de usar cortinas –desde o teto– de cores suaves ou conforme as cores das paredes. 
- E, um recurso muito bom e tão pouco lembrado e usado, é o eficiente biombo. A vantagem é que ele pode ficar fixo ou ser deslocado, mas pode garantir a separação e o uso diferenciado do ambiente.
Veja como você mesmo pode fazer o seu biombo:
Como fazer um belo biombo e garantir aconchego e privacidade ao seu ambiente
Como fazer para reutilizar portas e janelas descartadas de forma fácil e criativa
Alguns destes recursos podem ser usados conjuntamente, como é o caso dos pisos diferenciados e as estantes e/ou biombos para delimitá-los, por exemplo.

Enfim, você pode usar o seu bom gosto e criatividade para dar uma “ampliada virtual” no seu espaço, tornando-o mais funcional e até mesmo mais confortável e gostoso.

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segunda-feira

Como fazer para reutilizar portas e janelas descartadas de forma fácil e criativa

É uma ideia muito boa, esta de reaproveitar as antigas portas de madeira, em boa parte delas almofadadas ou de treliça, que vêm sendo descartadas e/ou substituídas por portas de aço-vidro ou aquelas de aglomerada e chapas de compensado.

Claro que gosto é uma questão indiscutível, também conta a ideia de atualidade, de modernidade...

As portas descartadas, muitas delas verdadeiras obras de arte são em grande parte constituídas de madeiras nobres e não raro encontramos o cedro e o mogno. Para ficar só nestes dois exemplos de madeiras, relativamente raras, e caras.
Leia também: Como fazer para construir uma mesa de centro reutilizando antiga porta de madeira
Não é difícil encontrá-las por aí em nossas andanças pela cidade, e não tem nada de constrangedor ou “vergonha’ parar o carro e dar um jeito de levar pra casa. Mesmo que não aproveite como porta, ela pode ser reaproveitada de muitas maneiras interessantes e bem criativas.

Como pode ver nestas imagens abaixo. Vai ver que são projetos simples e de fácil execução.

Nas primeiras imagens você vê idéias para “chapeleiros” ou móveis de hall de entrada, com a utilização tanto de portas como de janelas. De adaptação simples e decoração/pintura à seu gosto.
Em seguida temos algumas idéias de mesa, tanto a mesinha de centro feita com uma janela, como as mesas onde se reaproveitam portas. Os pés ficam à sua escolha. Tanto os cavaletes como pernas comuns.
Os biombos que são uma opção interessante para divisão de ambientes ou mesmo para garantir a privacidade caso tenhamos ‘vizinhos/olhares’ muito próximos. Como pode ver, eles possuem rodinhas para facilitar o uso e manejo.
Esta ideia de reaproveitar portas e janelas como estantes é muito boa. Tanto uma estante formal para livros ou prateleira, bem como as prateleiras de canto com a utilização de ‘bandas de porta’.
Agora temos uma ideia de decoração onde você pode deixar a porta/janela em seu estado antigo/gasto, meio vintage, ou lixar tudo e fazer uma pintura nova. A depender de seu estilo pessoal.

É o caso deste pequeno armário feito com janelas de treliça ou mesmo estas duas opções de molduras de espelho, cujo efeito é muito bom em qualquer decoração de ambiente.
Em outros links/tags do blog você encontra – na barra ao lado – o ‘jeito de fazer’ ou de trabalhar tanto a madeira como a pintura/verniz.

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terça-feira

Como fazer para conservar os seus móveis e mantê-los firmes e bonitos

Os móveis são ‘figurinhas carimbadas’ em todas as casas, pois além de serem úteis/indispensáveis no cotidiano, também, contribuem para a decoração do ambiente deixando mais confortável e bonito.

Mas, para que estes efeitos durem por mais tempo, bem mais tempo, ou quem sabe “ad infinitum”, precisamos fazer uma manutenção e cuidados periódicos.

Em primeiro lugar, móveis não podem ficar expostos ao sol. Se o seu quarto ou sala recebe o sol da tarde, use uma cortina com black-out. Se está exposto ao sol da manhã, pode ser uma mais fina. O sol pode deixar a madeira manchada e as lâminas – se for de compensado – podem descolar.

Não arraste o móvel. Se for preciso trocá-lo de lugar, esvazie-o totalmente e puxe-o pela base ou em local bem próximo a ela.

Não molhe nem exponha o móvel à umidade ou ao calor, não importa de que ‘madeira’ seja feito, mas, sobretudo se for de aglomerado.

Para a limpeza, evite produtos tais como abrasivos, saponáceos, palhas de aço, álcool e lustra-móveis. Aposte sempre no pano macio e seco ou, no máximo, levemente umedecido com água.

Evite objetos pontiagudos sobre a sua superfície.

Coloque pedaços de feltro sob objetos mais pesados que possam arranhar a superfície dos móveis. Podo comprar um pedaço de feltro e fazer você mesmo, ou comprar pronto no mercado.

Evite colocar o móvel próximo de estufas ou saídas de ar condicionado.

Mantenha o móvel sempre nivelado para garantir o bom funcionamento de suas portas e gavetas.

Não fique de pé sobre os assentos das cadeiras nem se incline para trás balançando as cadeiras sobre as pernas traseiras. Tampouco utilize as travessas das cadeiras como apoio dos pés.

Aperte parafusos periodicamente.

Não use espanador de pena: além de simplesmente arremessar a poeira no ar, poderá arranhar o móvel caso se forme uma lasca de pena sem que perceba. Além disso, a poeira pode acumular em trincas, rachaduras e em sulcos, fazendo a madeira ter aspecto escuro e desagradável.

Esse acúmulo de poeira torna-se difícil de ser removido.

Uma ação importante para proteger os móveis, sobretudo aqueles de madeira maciça e/ou revestidos com lâminas de madeira é passar óleo de peroba ou similar, pois além da dar um brilho bonito ele penetra nas fibras da madeira, garantido nutrição e a sua transpiração natural.

Isso deve ser feito uma vez a cada dois meses

Como vê, eles exigem um pouco de atenção e cuidados para que possam exercer bem suas funções e, também como bonitos e fundamentais elementos na decoração.

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Como fazer uma cadeira simples e prática para uso externo

Clique nas imagens para ampliar
Parece simples, não é verdade? E é simples! Dê uma olhada no passo a passo que vai comprovar.

Você pode usar alguma madeira que já tenha em casa ou optar pelo velho pinho, comum, que é encontrado nas madeireiras por um preço bem em conta.

Então vejamos as medidas:

Peças para as pernas:
- Pernas principais: 2 de 15 cm da largura por 50 cm de altura (comprimento), 
- Pernas traseiras: 2 de 30 cm de largura por 59 cm de comprimento, 
- Assento: 30 cm de profundidade e 50 cm de largura, 
- Braços; 10 cm de largura por 40 cm de comprimento, 
- Encosto: 15 cm de largura por 45 cm de comprimento/largura
Uma observação de importância fundamental para o sucesso do projeto é a precisão nos cortes e encaixes, sobretudo nos chanfros. Já que é uma peça “montada/encaixada” e tudo pode dar errado, ou seja, não encaixar e assim comprometer montagem e estabilidade final da cadeira.

Por ser uma peça pequena/compacta estes cuidados são imprescindíveis para garantir um bom resultado.

Confira bem antes as peças gêmeas, juntando-as, observando os ângulos corretos dos chanfros.

Prontas, você deve lixar todas elas, com atenção especial às extremidades e usar um selador para impermeabilizá-las, independente de sua intenção de pintar ou não. 
Nesta imagem dá para ver como é feita a fixação das pernas, com parafusos com porca/arruela. Bem como o ângulo adequado de abertura das pernas para lhe garantir estabilidade.

Na hora de abrir os furos para os parafusos, faça também a cavidade da arruela e da porca do parafuso. Se não dispuser de uma serra copo de dimensões adequadas, utilize um formão ou uma broca chata para furação da cavidade de acomodação da porca e arruela, o que vai dar mais firmeza e melhor acabamento estético.
Nas imagens você tem o encosto e o assento vistos de cima, onde pode observar os chanfros que lhe dá uma aparência melhor.

Na imagem acima você tem o esquema para a fixação do encosto, á esquerda, e à sua direta a de fixação do assento com os números de pontos de fixação recomendados.

Esta imagem ilustra a colocação e fixação dos braços. Visão de cima e lateral. Para garantir melhor fixação do encosto, que recebe uma pressão maior do usuário sentado, um segundo parafuso deve ser colocado, fixando-o, também à perna.

Terminado o trabalho, mesmo que não pretenda pintar ou envernizar a sua cadeira, um cuidado especial deve ser tomado com os pés, quando você pode até usar piche ou óleo queimado, fazendo tipo um sapato que é importante para sua proteção contra a umidade do solo em áreas externas, como vê na imagem final.

Como pode ver, o passo a passo é bem detalhado e não deixa margem a erros. É só segui-lo fielmente que tudo sairá como deve.

Com informações de RHside

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sábado

Como fazer para recuperar pequenos danos em seu móvel compensado



É uma situação que nem sempre está ligada à idade do móvel, já que o descolamento do revestimento, sobretudo nas quinas, não é lá tão raro assim.

Isso ocorre em função das condições ambientais como o excesso de umidade ou mesmo, paradoxalmente, se ele está muito seco, quando a cola nem sempre “se comporta” bem como deveria, ainda mais nas quinas ou superfícies mais expostas, onde o contato físico acaba por contribuir para o descolamento.

A idéia é agir logo no princípio, pois a área descoberta tende a se ampliar, e, não raro, quebrar, ou se romper, o que vai dificultar um pouco mais a recuperação ou recomposição.

Então, vejamos:

1 – Levante a parte descolada com uma espátula fina, mesmo que isso leve a um pequeno aumento da área descolada, mas, tomando o cuidado para não quebrá-la.

2 – Com a própria espátula ou faca mais afiada, raspe a sujeira acumulada na madeira junto com eventuais restos de cola, bem como na parte inferior do folheado, com todo o cuidado para não danificá-lo.

3 – Passe uma fina camada de cola – cola branca comum, mesmo – com a espátula e comprima a área colada com pesos ou mesmo com ‘sargentos’, se a superfície lesada permitir.

Aproveite e limpe toda a superfície com um pano úmido para retirar os excessos de cola. 

Mas, só retire os pesos quando a cola estiver bem seca – o que vai levar  36 horas – para evitar retrocessos.

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