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domingo

Como fazer fácil uma mesinha/estante prática e criativa

Como pode ver na imagem acima é uma idéia simples, mas que pode ser bem prática dado as suas dimensões de se encaixar em qualquer espaço/necessidades, bem como por sua simplicidade, tanto no visual/estética como no fazer.

Você pode reutilizar, de reaproveitar, desde o compensado como o aglomerado que esteja dando bolas por aí, como pode utilizar o velho pinho, tábua de pinho, cujas dimensões já facilitam, muito bem, a montagem da mesa/estante.

As suas dimensões lembram um ‘criado mudo’, logo, pequeno e funcional, que pode ser utilizado em ‘cantos’, em qualquer cômodo, e ‘prestar seus serviços’.

As dimensões ideais talvez sejam algo em torno de 40 cm de largura por 30 cm de altura e profundidade, o tampo superior com 30 cm², logo, deixando algo em torno de 10 cm na abertura. Isso só a dimensão do corpo do móvel, sem as pernas.

As pernas simples como ‘traves’ (futebol), podem ser montadas com retalhos de ripas, ou pequenos sarrafos – de 30 a 40 cm de comprimento – observando alguma abertura simples para que tenha a devida estabilidade.

Caso opte por reaproveitar retalhos de compensado ou aglomerado, atente para o acabamento, sobretudo nas bordas, pois ficarão bem visíveis.

Na imagem a peça é revestida, daí o seu visual limpo e homogêneo, mas se for utilizar a madeira comum pode usar os parafusos, ou mesmo pregos, afunde um pouco e disfarce com um pouco de massa de madeira. Você mesmo pode fazer com uma ‘raspa bem fina’ – tire usando um arco de serra – da madeira e cola.

Se a opção for o pinho, é só lixar e escolher o tom do verniz, ou mesmo a tinta.

Colocar um retalho de feltro nos pés, que é um recurso pouco usado, mas que protege o piso caso o seu seja de madeira, tipo sinteco, que costuma riscar facilmente.

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quarta-feira

Como fazer para dobrar o bambu e fazer facilmente ‘suas artes’

Bambu dispensa maiores apresentações quanto as suas propriedades como matéria prima preciosa na construção de tantas peças maravilhosas, não é verdade?

É uma fonte de acesso relativamente fácil e seu uso vai dos móveis, objetos de decoração, artesanato diversos, utensílios variados e até mesmo como material de construção ou apoio para tantas ‘coisas’ interessantes e úteis, logo conhecer o seu manuseio adequado nos fará aproveitar ao máximo todo seu potencial.

Neste link aqui, vai encontrar várias técnicas a escolher para que possa manipular/manusear o bambu e dar vazão à sua criatividade.

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domingo

Como fazer uma mesinha prática e criativa reutilizando uma mala descartada

Como pode ver na imagem acima, é uma boa idéia, não? De repente você tem uma ‘mala veia’ aí pelos cantos e sem saber o que fazer com ela.

Esta da imagem é feita de duratex, um laminado tipo um papelão grosso e marrom, usado em revestimentos e na marcenaria, mas a ideia pode muito bem ser aplicada em outros tipos de malas/materiais, desde que tinham a firmeza necessária para receber objetos sem ceder.

A imagem já dá uma ideia.

Você faz um retângulo de madeira – tipo ripa ou sarrafos finos – fixa as rodinhas de tamanho grande de preferência, para dar mais altura, e prenda por sua vez na base da mala.

Leia também: Como fazer uma mesinha ou console reutilizando uma mala antiga

Isso pode ser feito com parafusos pequenos já que o material da mala e fino. Fixe-os de dentro pra fora, nos cantos, de forma que pouco irão aparecer e a sua mesa/mala já está pronta.

Esta mesa com dupla função é uma boa forma de reutilizar uma mala assim, não é verdade?

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sexta-feira

Como fazer para garantir a beleza e longevidade de seus móveis de madeira

Já não se fazem mais móveis como antigamente, diriam alguns. É, os moveis de madeira maciça, provavelmente em função de seus preços, não são mais tão comuns assim como no passado.

Hoje, algumas novas tecnologias têm feito um uso – como poderia dizer – mais econômico da madeira, utilizando subprodutos destas madeiras e fazendo móveis mais acessíveis. Há controvérsias!

Embora sejam mais frágeis, caso se obedeça ou siga algumas regrinhas básicas, eles podem muito bem ter uma vida longa e em bom estado.

Estas regras são indicadas para os moveis de madeira de lei, como se diz, pois embora mais resistentes, sem os devidos cuidados eles se deterioram e perdem, sobretudo, em aparência e beleza, senão funcionalidade.
Veja também: 
Como fazer reparos ou pequenos consertos em móveis de madeira 
Como fazer reparos ou pequenos consertos em seus móveis compensados
Como fazer para conservar os seus móveis e mantê-los firmes e bonitos (1º)
Os demais móveis de aglomerado, compensado, mdfs outros, também se beneficiam com algumas destas medidas, já que são bem mais frágeis e terão uma vida mais prolongada com funcionalidade e beleza.
Então vejamos:
- Evite o sol direto. Além de comprometer a cor dando-lhe uma ‘cara’ envelhecida, pode comprometer a madeira maciça com ressecamento e desgaste progressivo, ou a estrutura dos demais, como colagem e montagem. Use as cortinas.

- Nunca coloque objetos – tipo panelas e outros utensílios – quentes sobre eles, use tecido ou descansos específicos para evitar o contato direto.

- Quanto a produtos de limpeza, limite-se à dupla água – pano úmido, bem entendido – e sabão neutro, de preferência, e certifique-se de ter secado inteiramente depois.

- Evite o contato direto com a água. Ela pode penetrar nas fibras e “inchar” a madeira e comprometer-­lhe a estrutura. O que pode, também, ter um efeito rápido e radical sobre a estrutura dos demais.

- Mantenha-os a uma distancia segura da parede, tipo uns 10 cm para garantir a circulação de ar e evitar umidade e mofo.

- Avalie o peso e evite colocar sobrepeso sobre os móveis em situação superior a sua estabilidade e segurança.

- Para a limpeza diária contra poeira, por exemplo, use apenas as flanelas, pois eles limpam sem correr o rico de aranhar a superfície envernizada da madeira.

- Não arraste os seus móveis sob qualquer pretexto. Seja ele de madeira maciça ou não, pois isso pode comprometê-lo como um todo – descolar – bem como afetar a estrutura geral e equilíbrio. Se for muito grande, tipo um guarda-roupas, por exemplo, o recomendável é desmontá-lo e levar por partes.

- Móveis de jardim, mesmo aqueles próprios para isso, caso venham a ficar em contato direto com a terra, devem ser protegidos da umidade, recebendo verniz específico para isso.

- Caso encontre algum foco de cupim – aquela ‘areinha’ característica – trate de dar um fim nos inquilinos. Veja aqui como fazer isso de forma mais natural e caseira.

- Faça a manutenção periódica de ‘ferragens’, leia-se fechaduras e dobradiças, com um pouco de “óleo de máquina”, pois mantém a mobilidade e protege contra a ferrugem.

- Outro ponto fundamental é dar uma geral periódica – a cada 15 dias, por exemplo, com um óleo sobre toda a superfície externa do móvel – como o famoso “Óleo de Peroba” – o que garante a conservação da madeira, bem como dá-lhe um brilho suave de ‘coisa nova’.

Como viu são medidas simples e elementares para ter seus móveis em bom estado, ‘pra sempre’.

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domingo

Como fazer reparos ou pequenos consertos em móveis de madeira

É um jeito de não só resguardar os seus móveis mantendo-os mais conservados, como também garantir sua beleza e funcionalidade no cotidiano.

Algumas ações corriqueiras podem, com a continuidade, comprometer a “cara’ a do seu móvel e comprometendo o seu uso que, com sabemos, vai além da mera funcionalidade, daí manter a sua aparência de cuidado, beleza e detalhe importante na decoração do ambiente.
Marcas e/ou manchas de água
É, são aquelas marcas que deixadas na superfície dos móveis quando colocamos sobre eles, copos sem o porta-copos e outros vasilhames molhados.  Estamos falando de móveis de madeira de revestimento tradicional, com verniz.

A solução é usar um pano macio, tipo flanela, e passar um pouco de óleo de peroba, quando o óleo vai penetrar nos veios da madeira e restabelecer a ‘cor’ original. Você deve fazer isso logo que identificar a mancha.
Marcas ou aranhões provocados por objetos pontudos.
Marcas feitas na madeira por objetos pontudos podem ser retiradas da seguinte maneira.

Coloque um pano levemente umedecido em cima da mancha, espera o ferro esquentar e depois passa ele morno por cima do pano, quantas vezes for necessário para a marca sair. O pando precisa sem bem grosso pra não queimar a madeira.

Feito isso, passe um pouco de óleo de peroba sobre o local.
Pequenas rachaduras nas extremidades da madeira
Pode acontece em mesas, por exemplo.

A depender do tamanho e profundidade, procure um ‘lasca’ de madeira idêntica, adapte com um estilete ou faca afiada, uma espécie de cunha – vá fazendo medições para que fique perfeita – e assim que considerar pronta use a cola branca e introduza no local.

Não importa se fica algo pra fora, que pode tirar depois de seca com algo cortante ou mesmo uma lixa grossa, daí é só passar um pouco de óleo de peroba, quando talvez seja necessário fazer isso várias vezes.
Problemas com os “nós” da madeira
Uma situação não tão comum é o surgimento de algum problema com os “nós”, que porventura tenha na superfície ou em área visível da madeira, do móvel.

Tem casos em que ele pode até vazar alguma resina, mas o mais comum seria o encolhimento do “nó” e o surgimento de espaços em volta dele, senão seu “amolecimento”, ou seja, começa a ficar móvel, a chacoalhar, como se diz.

A depender do caso, você pode colar, ou mesmo tentar reconstruir as falhas, usando um pouco de raspa de madeira de cor idêntica com cola branca, e depois fazer um acabamento com uma lixa fina, de leve, para não comprometer as áreas próximas, e depois use óleo de peroba que pode reconstituir a cor original e a boa aparência do local.

Como deu para perceber ao longo do texto, o óleo de peroba – que parece ter saído de moda com os móveis modernos, revestidos de tido tipo – é um bom aliado na conservação não só da madeira em si mesma, mas da boa aparência e beleza de seus moveis e objetos de madeira no geral.

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quarta-feira

Como fazer um pequeno ‘tamborete’ rústico e prático

Como pode ver, a imagem fala por si mesma. É um banquinho rústico, vulgo tamborete, que pode ser muito útil nas lides domesticas e até mesmo como objeto e/ou detalhe na decoração.

O diferencial é que o tampo/assento tem a forma de um ‘D’. Ele seria uma réplica de um banquinho de origem bem antiga, um banco viking. É isso! É o que dizem as pesquisas arqueológicas.

Para fazer um assim, basta um retalho de madeira, mesmo usando alguma peça para reutilização e mãos à obra. Na imagem é de pinus, mas é só um detalhe e você pode usar a madeira que achar mais conveniente e à mão, já que é pouca madeira utilizada.

Leia também:
Como fazer um banco rústico de madeira 
Como fazer um banquinho de madeira super prático e muito útil. Confira! 
Como fazer para usar corretamente a lixa para madeira em seus trabalhos 
Como fazer uma cadeira simples e prática para uso externo 
Como fazer para transformar duas cadeiras velhas em um móvel novo
Na sequência de imagens dá para perceber que é bem simples, e fácil de fazer um.
Dá para ver que é uma tábua mais grossa, o que é essencial para fixar bem as pernas e garantir a firmeza e segurança. Algo em torno de 3,5 a 4,0 cm. E da mesma peça podem sair as pernas.

Vai precisar basicamente de:
- Serrote e/ou serra tico-tico para facilitar o corte em curva; 
- Furadeira com uma broca chata de 25 mm (avalie a partir das dimensões - espessura de sua madeira e do pé); 
- Formão para fazer a cunha; 
- Lixa para acabamento;- Lápis para marcações; 
- Régua ou trena; 
- Esquadro para conferir a montagem e acabamento.
Começando, é medir a madeira com largura de 30 cm de largura por 25 cm de profundidade.

Os pés devem ter em média 35 cm de altura (é uma altura meio que ‘padrão’, mas escolha a que achar mais conveniente) e um diâmetro de 3,5 cm x 3.5 cm (ou 4.0 cm). (Imagem 2)
Imagem 2
Na extremidade de encaixe dos pés no assento, redonda, o diâmetro deve se equivalente ao da broca chata – 25 mm, ou 30 mm caso avalie que fica melhor – com a parte de encaixe com um pouco de sobra acima do assento.
Imagem 3
Pela imagem dá para perceber que o furo no assento deve ser levemente inclinado para dentro – observe a mesma inclinação para os três furos, para que ele tenha maior estabilidade. Faça uma adaptação na outra extremidade depois para dar equilibro.

      Obs. No ‘arredondamento’ do encaixe do assento, deixe no limite a madeira em seu esquadro normal, quadrado, (como pode ver na imagem 3) para que o assento se apoie e aumente a estabilidade. Daí é só ‘suavizar’, arredondando, até a base.
Imagem 4
Na parte superior, e que vai sair um pouco acima do tampo, faça um corte com o serrote com profundidade equivalente à espessura da tabua, para que possa introduzir uma pequena cunha que vai garantir a fixação – além da cola – e só depois você acerta no nível do assento. (imagem 4)

Feito os cortes, e furos, é hora da montagem.

Terminada a montagem, é só dar um trato de lixa e, se for o caso, verniz ou tinta à seu gosto.

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terça-feira

Como fazer para usar corretamente a lixa para madeira em seus trabalhos

A arte da marcenaria, como toda arte, tem lá suas regrinhas básicas que visam não só tornar o serviço mais previsível e seguro, bem como tornar mais fácil sua execução, e com a marcenaria não é diferente.

Algumas regrinhas estão aí pra facilitar “as coisas”. No caso a escolha da lixa adequada ao seu serviço, bem como melhor forma de utilizá-las para que tudo saia da melhor maneira possível e compense o seu esforço e expectativas.

Logo, escolher a lixa certa para cada trabalho é algo que deve ser feito com muita atenção. Algumas madeiras devem ser lixadas com lixas mais grossas do que outras.

Mas, independente do tipo de madeira, o ideal é que se comece com uma lixa mais grossa e, na sequência, ir reduzindo “a numeração” para se conseguir um acabamento perfeito.

No caso das 'madeiras nobres', como o mogno, marfim, cedro ou cerejeira, as madeiras maciças, teria como recomendação inicial se fazer a primeira ‘lixada’ com o recurso de uma lixadeira elétrica – disco ou fita –, ou com o uso de um toquinho de madeira envolvida pela lixa o que lhe dá mais firmeza.

É bom lembrar-se que o ‘lixamento’ deve ser feito sempre no sentido – a favor – dos veios da madeira, para que não risque e preserve sua beleza, o que pode ser importante no acabamento final.

O uso do “toquinho de madeira” facilita todo o processo.

Retomando a ideia inicial, o processo deve começar com a lixa de nº 80 e gradualmente mudando para os números 100, 150, 180, 220... E, a depender do caso, subindo na sequência até obter o acabamento desejado.

Se no processo surgir alguma imperfeição maior, tipo riscos mais profundos, volte todo processo e reinicie com o nº 80.

Para se certificar se já satisfatório, faça o teste passando um pedaço de estopa sobre a área e se ficarem muitos resíduos presos na madeira e sinal de que ‘ainda’ não está bom.

Um lembrete: ‘economizar’ no uso das lixas – insistindo e usar depois de muito gastas – pode não ser uma boa ideia, pois vai atrasar seu trabalho e pode até comprometer o resultado.

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segunda-feira

Como fazer para reutilizar portas e janelas descartadas de forma fácil e criativa

É uma ideia muito boa, esta de reaproveitar as antigas portas de madeira, em boa parte delas almofadadas ou de treliça, que vêm sendo descartadas e/ou substituídas por portas de aço-vidro ou aquelas de aglomerada e chapas de compensado.

Claro que gosto é uma questão indiscutível, também conta a ideia de atualidade, de modernidade...

As portas descartadas, muitas delas verdadeiras obras de arte são em grande parte constituídas de madeiras nobres e não raro encontramos o cedro e o mogno. Para ficar só nestes dois exemplos de madeiras, relativamente raras, e caras.
Leia também: Como fazer para construir uma mesa de centro reutilizando antiga porta de madeira
Não é difícil encontrá-las por aí em nossas andanças pela cidade, e não tem nada de constrangedor ou “vergonha’ parar o carro e dar um jeito de levar pra casa. Mesmo que não aproveite como porta, ela pode ser reaproveitada de muitas maneiras interessantes e bem criativas.

Como pode ver nestas imagens abaixo. Vai ver que são projetos simples e de fácil execução.

Nas primeiras imagens você vê idéias para “chapeleiros” ou móveis de hall de entrada, com a utilização tanto de portas como de janelas. De adaptação simples e decoração/pintura à seu gosto.
Em seguida temos algumas idéias de mesa, tanto a mesinha de centro feita com uma janela, como as mesas onde se reaproveitam portas. Os pés ficam à sua escolha. Tanto os cavaletes como pernas comuns.
Os biombos que são uma opção interessante para divisão de ambientes ou mesmo para garantir a privacidade caso tenhamos ‘vizinhos/olhares’ muito próximos. Como pode ver, eles possuem rodinhas para facilitar o uso e manejo.
Esta ideia de reaproveitar portas e janelas como estantes é muito boa. Tanto uma estante formal para livros ou prateleira, bem como as prateleiras de canto com a utilização de ‘bandas de porta’.
Agora temos uma ideia de decoração onde você pode deixar a porta/janela em seu estado antigo/gasto, meio vintage, ou lixar tudo e fazer uma pintura nova. A depender de seu estilo pessoal.

É o caso deste pequeno armário feito com janelas de treliça ou mesmo estas duas opções de molduras de espelho, cujo efeito é muito bom em qualquer decoração de ambiente.
Em outros links/tags do blog você encontra – na barra ao lado – o ‘jeito de fazer’ ou de trabalhar tanto a madeira como a pintura/verniz.

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terça-feira

Como fazer para conservar os seus móveis e mantê-los firmes e bonitos

Os móveis são ‘figurinhas carimbadas’ em todas as casas, pois além de serem úteis/indispensáveis no cotidiano, também, contribuem para a decoração do ambiente deixando mais confortável e bonito.

Mas, para que estes efeitos durem por mais tempo, bem mais tempo, ou quem sabe “ad infinitum”, precisamos fazer uma manutenção e cuidados periódicos.

Em primeiro lugar, móveis não podem ficar expostos ao sol. Se o seu quarto ou sala recebe o sol da tarde, use uma cortina com black-out. Se está exposto ao sol da manhã, pode ser uma mais fina. O sol pode deixar a madeira manchada e as lâminas – se for de compensado – podem descolar.

Não arraste o móvel. Se for preciso trocá-lo de lugar, esvazie-o totalmente e puxe-o pela base ou em local bem próximo a ela.

Não molhe nem exponha o móvel à umidade ou ao calor, não importa de que ‘madeira’ seja feito, mas, sobretudo se for de aglomerado.

Para a limpeza, evite produtos tais como abrasivos, saponáceos, palhas de aço, álcool e lustra-móveis. Aposte sempre no pano macio e seco ou, no máximo, levemente umedecido com água.

Evite objetos pontiagudos sobre a sua superfície.

Coloque pedaços de feltro sob objetos mais pesados que possam arranhar a superfície dos móveis. Podo comprar um pedaço de feltro e fazer você mesmo, ou comprar pronto no mercado.

Evite colocar o móvel próximo de estufas ou saídas de ar condicionado.

Mantenha o móvel sempre nivelado para garantir o bom funcionamento de suas portas e gavetas.

Não fique de pé sobre os assentos das cadeiras nem se incline para trás balançando as cadeiras sobre as pernas traseiras. Tampouco utilize as travessas das cadeiras como apoio dos pés.

Aperte parafusos periodicamente.

Não use espanador de pena: além de simplesmente arremessar a poeira no ar, poderá arranhar o móvel caso se forme uma lasca de pena sem que perceba. Além disso, a poeira pode acumular em trincas, rachaduras e em sulcos, fazendo a madeira ter aspecto escuro e desagradável.

Esse acúmulo de poeira torna-se difícil de ser removido.

Uma ação importante para proteger os móveis, sobretudo aqueles de madeira maciça e/ou revestidos com lâminas de madeira é passar óleo de peroba ou similar, pois além da dar um brilho bonito ele penetra nas fibras da madeira, garantido nutrição e a sua transpiração natural.

Isso deve ser feito uma vez a cada dois meses

Como vê, eles exigem um pouco de atenção e cuidados para que possam exercer bem suas funções e, também como bonitos e fundamentais elementos na decoração.

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Como fazer uma cadeira simples e prática para uso externo

Clique nas imagens para ampliar
Parece simples, não é verdade? E é simples! Dê uma olhada no passo a passo que vai comprovar.

Você pode usar alguma madeira que já tenha em casa ou optar pelo velho pinho, comum, que é encontrado nas madeireiras por um preço bem em conta.

Então vejamos as medidas:

Peças para as pernas:
- Pernas principais: 2 de 15 cm da largura por 50 cm de altura (comprimento), 
- Pernas traseiras: 2 de 30 cm de largura por 59 cm de comprimento, 
- Assento: 30 cm de profundidade e 50 cm de largura, 
- Braços; 10 cm de largura por 40 cm de comprimento, 
- Encosto: 15 cm de largura por 45 cm de comprimento/largura
Uma observação de importância fundamental para o sucesso do projeto é a precisão nos cortes e encaixes, sobretudo nos chanfros. Já que é uma peça “montada/encaixada” e tudo pode dar errado, ou seja, não encaixar e assim comprometer montagem e estabilidade final da cadeira.

Por ser uma peça pequena/compacta estes cuidados são imprescindíveis para garantir um bom resultado.

Confira bem antes as peças gêmeas, juntando-as, observando os ângulos corretos dos chanfros.

Prontas, você deve lixar todas elas, com atenção especial às extremidades e usar um selador para impermeabilizá-las, independente de sua intenção de pintar ou não. 
Nesta imagem dá para ver como é feita a fixação das pernas, com parafusos com porca/arruela. Bem como o ângulo adequado de abertura das pernas para lhe garantir estabilidade.

Na hora de abrir os furos para os parafusos, faça também a cavidade da arruela e da porca do parafuso. Se não dispuser de uma serra copo de dimensões adequadas, utilize um formão ou uma broca chata para furação da cavidade de acomodação da porca e arruela, o que vai dar mais firmeza e melhor acabamento estético.
Nas imagens você tem o encosto e o assento vistos de cima, onde pode observar os chanfros que lhe dá uma aparência melhor.

Na imagem acima você tem o esquema para a fixação do encosto, á esquerda, e à sua direta a de fixação do assento com os números de pontos de fixação recomendados.

Esta imagem ilustra a colocação e fixação dos braços. Visão de cima e lateral. Para garantir melhor fixação do encosto, que recebe uma pressão maior do usuário sentado, um segundo parafuso deve ser colocado, fixando-o, também à perna.

Terminado o trabalho, mesmo que não pretenda pintar ou envernizar a sua cadeira, um cuidado especial deve ser tomado com os pés, quando você pode até usar piche ou óleo queimado, fazendo tipo um sapato que é importante para sua proteção contra a umidade do solo em áreas externas, como vê na imagem final.

Como pode ver, o passo a passo é bem detalhado e não deixa margem a erros. É só segui-lo fielmente que tudo sairá como deve.

Com informações de RHside

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quinta-feira

Como fazer um gaveteiro simples e fácil reutilizando gavetas descartadas

É uma ‘pecinha carimbada’ a tal da gaveta, que a toda hora vemos pela cidade em contêineres ou mesmo empilhadas junto a um poste qualquer esperando a turma do reciclável ou mesmo do lixo.

Isso deve atestar a “alta” qualidade dos móveis que se encontram à nossa disposição nas lojas do ramo, que só faltam trazer um selo de “descartáveis”.

Mas, para quem gosta de colocar a mão na massa, é um prato cheio para exercitar a criatividade na elaboração de novos móveis e usos, já que, sabe-se lá porquê, ao contrário dos móveis que as continham, elas, as gavetas, estão sempre em bom estado de conservação.
Dentre outras inúmeras ideias de reutilização esta, também, pode ser uma boa, sobretudo por ocupar um “espaço morto”, ou geralmente não utilizado, e com uma capacidade de guardar ou receber “coisas” muito grande, e, o melhor, discretamente. 
Veja também: Como fazer um gaveteiro original reaproveitando gavetas descartadas
É como mostra a imagem.
O desafio é encontrar aquelas que caibam bem sob a cama, já que elas vêm com o adicional das rodinhas. As rodinhas são “uma mão na roda” como se diz, pois facilita o uso rápido e eficiente, além da limpeza do espaço sob a cama.
Algumas podem, ainda, ficar com a “tampa” – parte frontal – apoiada na borda da cama enquanto outras podem “submergir” sob ela sem perder a funcionalidade.
Como a base das gavetas é frágil e não vai comportar pregos ou parafusos na fixação das rodinhas, você pode colar, usando cola de madeira, que fica muito bem. Eu fiz assim e ficou ótimo.

Então! Faça um teste, pois, além de ‘barato’ é muito fácil de fazer.

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sexta-feira

Como fazer uma bela mesa com uma bobina de cabo

Como pode ver na imagem esta ideia vai além de muitas outras semelhantes de aproveitamento de bobinas de cabo em móveis versáteis e bonitos.

É que ela adiciona um detalhe aos já existentes, que é a “escultura” do pé. É isso, a escultura do pé, já que antes o pé significava a própria preservação de parte integral da bobina, como pode ver nesta imagem abaixo. 
Ao examinar a bobina vai constatar que os dois extremos são formados por dupla camada de madeira, detalhe que vai garantir a estabilidade da estrutura, que, como sabe é pesada. Para isso, ao cortar, esculpir o pé, cerifique-se que escolheu as áreas mais firmes e intactas antes do corte, e mesmo assim reforce a estrutura com cola e parafusos, caso sinta que pode ser uma boa ideia.

Use a serra tico-tico para fazer o corte e garantir a curvatura e os cantos arredondados nos pés, como vê na imagem. Se não tem serras de tamanho suficiente para o corte das duas camadas de tábuas, procure no comércio especializado – onde vendam ferramentas – para adquirir a serra apropriada para garantira a qualidade do corte e a preservação da madeira. Meça a espessura exata das tábuas juntas que vai cortar, e com este dado em mãos informe-se com o vendedor antes de comprar.

Da mesma madeira, os retalhos que sobrarem, corte os quatro quadrados que completarão os pés, como pode ver na figura. Cole e parafuse para se certificar que vão aguentar bem a estrutura da mesa, no que se refere a peso, estabilidade e equilíbrio.

A depender do piso onde for colocá-la, você pode revestir os pés com algum material, tipo retalhos de carpete, por exemplo, para se cerificar que não vão danificar o seu piso em caso de ser arrastada, outra opção é colocar rodinhas de tamanho maior para aguentarem o peso – veja com o vendedor na loja antes de comprar –, para isso o ideal é que leve, também, o peso da bobina.

Para completar a sua obra-prima, lixe, dê-lhe uma mão de verniz ou tinta em cor de sua preferência e faça o revestimento em retalhos de azulejos, formando mosaicos, como mostrado na imagem acima, que você confere o como fazer, aqui.

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