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domingo

Como fazer para usar o aerossol e pintar com mais eficiência e melhor resultado

A pintura, seja com pincel ou com o aerosol, não parece ter qualquer mistério, não é verdade?

É, não tem, mesmo, mistérios, entretanto, alguns pequenos procedimentos, no caso com o aerosol, pode lhe garantir mais eficiência no processo e um resultado melhor e mais bonito.

Afinal, parece que sempre tem um jeito mais fácil e/ou melhor, para fazermos com mais eficiência a maioria das coisas.

Então vejamos.

A primeira coisa é encontrar o “ponto ótimo” ou a distância adequada entre o ‘bico’/aerosol e a peça a ser pintada, de maneira que o resultado fique bem homogêneo – sem escorrer – ou sem concentrar demais, logo, garantindo um melhor resultado.
1 - Pegue uma cartolina e faça varias aplicações testes sobre ela, variando a distancia até formar um círculo de tinta perfeito, compacto – sem escorrer – o que significa que você encontrou a distância adequada. 
2 – Movimente o jato uniformemente da direita para a esquerda, na horizontal, e vice-versa, não deixando espaço entre as faixas de tinta. Para isso, movimente não só o pulso, mas, a mão para que consiga abranger toda a área da faixa. 
O ângulo – jato x superfície – deve ser de 45º, o que vai tornar as coisas mais fáceis e melhores. 
3 – Quando for pintar peças tipo bancos, cadeiras, por exemplo, vire-as de ‘cabeça para baixo’ e comece a pintura pelos pés, completando o trabalho com o objeto na posição normal. 
4 – Se a peça ou superfície a ser pintada for ‘vazada’, tipo grades, treliças e coisa do gênero, ou com estrutura semelhante, distribua o jato de tinta formando um ângulo de 45º em relação à superfície, de maneira que ele atinja – e pinte, também – as laterais sem desperdiçar tinta.
Terminado o trabalho, vire a lata de ‘cabeça para baixo’ e aperte a válvula de maneira que perca totalmente a pressão, o que impede que a tinta não seque – e emperre – na válvula e impeça o uso posterior.

Então, é isso!

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quarta-feira

Como fazer para encontrar a cola mais adequada para seu trabalho

Para quem gosta de “fazer coisas”, bem com reformar, consertar ou ficar inventando coisas – bricolagem, DIY, artesanato – encontrar a cola adequada nem sempre é uma tarefa fácil, já que, com a evolução tecnológica na área temos, praticamente, colas para todos os usos e gostos.

É o que vai ver abaixo. Uma lista para orientá-lo em suas incursões no “como fazer” e conseguir melhores resultados, pelo menos a cola vai fazer a sua parte. Brincadeira!

O primeiro ponto é você observar a diferença entre as colas. Um exemplo é observar que existem colas para cada tipo de material. Por exemplo. Existem colas para materiais porosos e não porosos.

Plásticos, metais, madeiras, concreto, cerâmica, borrachas, etc., cada um tem a cola mais indicada, e adequada, para garantir a firmeza necessária em seu trabalho.

Então vejamos:

- Cola PVA são ideais: para madeira, papel, tecido, cerâmica, couro, biscuit. Como na montagem de móveis, reparos rápidos em artefatos de madeira, laminados plásticos, papel e papelão e por aí vai.

Por serem adesivos aquosos e não terem características tóxicas, são produtos seguros e inofensivos no manuseio.

- Cola Epóxi: para vidro, metal, plástico, cerâmica, borracha, mármore, etc.

- Cola Silicone: para vedar vidros e objetos expostos à umidade. O Silicone líquido Merita é ideal para os mais diversos tipos de trabalhos manuais, tipo papel, espuma, papelão, madeira e outros.

- Cola Celulósica: para vidro, papel, tecido e cerâmica.

- Cola Látex: para borracha e plástico.

- Cola Vinílica: é a mais usada para colar um objeto de madeira que fica dentro de casa, abrigado da umidade. Ela é de cor branca, mas fica transparente depois de secar.

- Cola de Poliuretano: esta já é mais adequada para um objeto que fique exposto ao tempo.

Se sentir alguma dificuldade de identificar algum destes itens na hora da compra, informe-se com um vendedor, pois o “universo” de tipos de cola cresce e confunde.

Algumas idéias adicionais.

Uma ‘formula’ que você mesmo pode fazer, que é uma mistura de cola de silicone com durepox, tipo meio a meio – experimente – dá um ótimo adesivo que funciona bem em muitas situações, como o concreto, por exemplo.

Tem uma ‘novidade’ no mercado que dentre outras qualidades e características como ‘coladora de tudo’ que diz possuir, promete funcionar como solda metálica, de fácil manuseio e que depois de seca adquire dureza e/ou consistência que aceita corte, polimento ou acabamento. É o epóxi poxipol pastoso transparente.

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sábado

Como fazer para recuperar pequenos danos em seu móvel compensado



É uma situação que nem sempre está ligada à idade do móvel, já que o descolamento do revestimento, sobretudo nas quinas, não é lá tão raro assim.

Isso ocorre em função das condições ambientais como o excesso de umidade ou mesmo, paradoxalmente, se ele está muito seco, quando a cola nem sempre “se comporta” bem como deveria, ainda mais nas quinas ou superfícies mais expostas, onde o contato físico acaba por contribuir para o descolamento.

A idéia é agir logo no princípio, pois a área descoberta tende a se ampliar, e, não raro, quebrar, ou se romper, o que vai dificultar um pouco mais a recuperação ou recomposição.

Então, vejamos:

1 – Levante a parte descolada com uma espátula fina, mesmo que isso leve a um pequeno aumento da área descolada, mas, tomando o cuidado para não quebrá-la.

2 – Com a própria espátula ou faca mais afiada, raspe a sujeira acumulada na madeira junto com eventuais restos de cola, bem como na parte inferior do folheado, com todo o cuidado para não danificá-lo.

3 – Passe uma fina camada de cola – cola branca comum, mesmo – com a espátula e comprima a área colada com pesos ou mesmo com ‘sargentos’, se a superfície lesada permitir.

Aproveite e limpe toda a superfície com um pano úmido para retirar os excessos de cola. 

Mas, só retire os pesos quando a cola estiver bem seca – o que vai levar  36 horas – para evitar retrocessos.

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terça-feira

Como fazer para não só amolar, mas aumentar a vida útil de seu barbeador


Este método não só dá uma amoladinha em seu barbeador antes de usar, mas, aumenta a sua vida útil, e mais, praticamente, recupera – amola – um barbeador que já estava meio descartado, deixando-o no ponto.

Confira!

Vai precisar de:
- Calça jeans – pode ser velha ou nova, mas uma das pernas da calça precisa estar intacta;
- E os barbeadores, é claro! Sejam os mais descartáveis ou, mesmo, aqueles mais “duráveis”.
Como fazer:

Faça antes ou depois de fazer a barba, pois o melhor é que as lâminas estejam secas, coloque o jeans sobre uma superfície plana e firme, dura.

Deslize rapidamente o barbeador de baixo para cima na perna da calça, repetindo o movimento uma 10 ou15 vezes.

Agora, o contrário. Repita os movimentos (10 a 15 vezes), empurrando-o de cima para baixo.

O movimento deve ser firme. Um pouco de pressão, sem, entretanto, correr o risco de cortar o tecido.

Lembre-se que o movimento não é aquele típico do barbear, ou seja, é empurrar e não puxar.

A necessidade de fazer nos dois sentidos é porque os fios do jeans estão em diagonal e isso permite um efeito melhor sobre o fio da lâmina. Bem como “afiam”, também, o cartucho do barbeador.

O método é tão eficiente que pode até recuperar um “barbeador perdido”, ou cego. Mas, para isso você terá que ter paciência e repetir o processo de 50 a 100 vezes. Costuma funcionar, mas, é claro, não faz milagres.

Em tempo.

Você não precisa colocar em risco a integridade física de sua calça em uso. Retire um retalho da perna de alguma calça velha já descartada – a parte de trás costuma estar mais conservada – e deixe à mão na gaveta do armário de banheiro, por exemplo, que vai ter serventia por muitas vezes.

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segunda-feira

Como fazer para reparar pequenos buracos e fendas nas paredes


Até parece magia, mas o fato é que algumas fendas começam a surgir, de leve, nas paredes, sobretudo a partir do teto e se não observadas, e corrigidas a tempo, podem “crescer” significativamente, provocar queda de reboco e deixar de ser “só” um probleminha estético, logo, como se diz: é bom não vacilar!

Para resolver é simples e pode se feito por você mesmo.

Vai precisar de:

- Massa própria para o reboco, que você pode encontrar nas casas do ramo,

- Uma espátula,

- Pincel/trincha,

- Um pouco da tinta original que foi usada na parede danificada para o retoque final.

Usando uma espátula acabe de retirar o material já solto, raspando o buraco até atingir parede sólida. Feito isso, elimine o pó e restos do reboco usando a trincha/pincel ou mesmo uma escova;

Em seguida use uma pequena escova ou pincel/trincha e faça uma limpeza, retirando todo resto de reboco solto e o pó;

Terminada a limpeza do local, umedeça-a de leve, podendo utilizar a própria trincha/pincel para isso;

Em seguida, com a espátula vá colocando a massa, preenchendo os vãos e pressionando para que ocupe ou preencha todos os espaços vazios;

A depender do tamanho e/ou profundidade do buraco, se grande, faça por etapas, aplicando sucessivas camadas de massa e dando um tempo entre elas para que sequem e assim possa garantir a firmeza necessária;

Na camada final, certifique-se se todos os vãos estão devidamente preenchidos pela massa, daí é só alisar bem para que fique no mesmo nível da parede, e deixe secar.

Depois de seco, lixe para eliminar quaisquer imperfeições e partir para a pintura, usando tinta na cor original da parede.

Como vê, é simples e fácil!

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terça-feira

Como fazer para recuperar e proteger seus móveis de madeira em função da umidade

Nem todos os moveis que “frequentam” as áreas externas têm aquele visual de móvel de beira de piscinas, ou seja, tem tratamento e revestimento para se “defender” do sol e, sobretudo, da umidade, são móveis comuns, muitos deles envernizados, de “cores variadas”, e que vão adquirindo aquele visual, cheio de manchas, que pode deixá-lo(a) meio constringido(a) quando chegam certas visitas.

Não quer dizer que sejam apenas aqueles de áreas externas.

Logo, a saída é dar um trato nos ditos cujos e cuidar para que resistam “firmes” aos ataques da tal da umidade.

Não, não é pintura!
 
A saída para preservar não só a aparência mais natural, envernizados, e proteger os seus móveis é utilizar algum produto impermeabilizante, ou seja, um hidro repelente, que são aqueles que não “gostam” da água e a repelem.

É o caso da cera de carnaúba, um produto natural, que não costuma “brigar” com a cor, também, natural da madeira, embora possa, com o uso continuado, dar-lhe uma leve escurecida, mas nada que não possa ser corrigido por você.

Se o seu móvel já está cheio de manchas provocadas por utensílios molhados colocados sobre ele ou com respingos de água, a saída é dar um leve lixada – lixa fina – passar a cera de carnaúba, quando deve voltar a fazer isso, passar a cera, uma vez por mês.

Com o tempo, como falamos acima, sobretudo, a depender da cor de seu móvel, a madeira vai escurecendo um pouco em função de certo acúmulo da cera, daí é só dar uma lixada, de leve, e passar a cera novamente.

Você encontra a cera de carnaúba em lojas ou casas que vendem madeira ou produtos para madeira e/ou marcenaria. Lá você pode encontrar, inclusive, algumas variações, que são as ceras misturadas com outros produtos, como parafina, cera de abelha e outros. Converse com vendedor e explique o que pretende fazer.
 
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domingo

Como fazer para deixar sua tábua de passar roupas de cara nova

Preservar “a cara” de uma tábua de passar roupas por muito tempo é, simplesmente impossível, não é verdade? Parece que “um monte de coisas” conspira para que ela vá ficando com aquela cara, que até hesitamos em colocar alguma roupa mais transada, sobretudo se for nova e clara, sobre ela para passar a ferro.

Então, o que fazer para garantir a sua longevidade e funcionalidade por mais tempo ou por tempo indeterminado e com a cara boa?

Tem aquelas medidas rápidas que funcionam, mas, que, a depender da forma comprometem tanto a funcionalidade como o visual. São as famosas capas, inclusive as térmicas.

A ideia é comprar uma exatamente do tamanho de sua tábua, tire as medidas exatas antes de ir às compras, e fixá-la bem justinha para não atrapalhar na hora de passar com suas folgas e dobras, além de ficar feio se deixar 'aquilo' amontoado sobre ela.

Entretanto, se quiser uma solução definitiva, é só colocar uma capa fixa. Se for sua opção, o ideal é que retire, com todo o cuidado, a capa velha – suja ou rasgada/queimada – e pregue a nova.

Vai precisar do tecido. O ideal é o “aflanelado”, por ser de algodão, macio, e um pouco mais grosso do que o tecido convencional.

Para fixação, o recomendável seriam os tais grampos de tapeceiro com o respectivo grampeador, mas, como eles não andam dando sopa por aí e nem vai comprar um só para este 'servicinho', temos uma alternativa viável.

São as taxinhas de metal que encontra fácil nas casas do ramo. Compre as tachinhas de tamanho médio. Converse com o vendedor sobre o que pretende fazer com elas.

Daí só vai precisar de um martelo.
1. Corte um retângulo de tecido do tamanho da tábua mas deixe uma margem de uns 6 cm para cada lado.
2. Apoie a tábua numa mesa ou no chão, de “barriga pra baixo”, centralizada no tecido.
3. Dobre as margens para dentro fazendo uma bainha, para evitar que o tecido desfie.
4. Vá pregando ao longo da borda, tomando o cuidado para manter o tecido bem esticado, sem dobras. Mantenha um distancia considerável entre as tachinhas, de maneira que o tecido não corra o risco de se soltar ou folgar com o uso.
Periodicamente se certifique que o tecido esteja bem esticado sobre a tábua, na área que interessa, evitando dobras, e embaixo qualquer tipo de folga.

Pronto!

Sua tábua de passar está novinha e pode até “desfilar” sem ter que ficar escondida atrás das portas quando chega uma visita.
  
Em tempo:
1_Uma ideia adicional é você comprar uma capa térmica e utilizar toda vez que for passar uma grande quantidade de roupas;
2_ Não deve deixar a tábua aberta, e exposta, quando não estiver usando. É um chamariz para receber todo tipo de objetos que, rapidinho, vai sujar, detonar a sua capa nova, e assim até comprometer a função dela para passar algumas peças de roupas mais delicadas.
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sábado

Como fazer facilmente um cabo de madeira para facas


Tem gente que pode achar bem mais prático jogar a faca fora – no caso de uma com cabo quebrado ou mesmo sem cabo – do que se dar ao trabalho, não é verdade?

É isso, se não gosta pode ser uma perda de tempo, mas garanto que vai ser uma tremenda curtição, como se diz, você mesmo fazer o cabo de uma faca, não necessariamente uma faca de cozinha, é claro!

Para mim, por exemplo, é tudo de bom, já que coleciono facas e canivetes, com ênfase em peças mais antigas, e não raro me cai às mãos alguma precisando de reforma ou substituição de cabos e bainhas.

Então, se é a sua praia, veja como é simples e fácil.

É também uma oportunidade de ‘personalizar’ o cabo de alguma faca com o cabo já gasto.

Você vai precisar de:
- Faca ‘precisando’ do cabo. É claro! 
- Fita adesiva daquelas utilizadas em pintura, 
- Retângulos de madeira de 6 mm de espessura e tamanho equivalente ao tamanho de sua faca*, 
- Cola epóxi, 
- Um “sargento”, 
- Lixas para madeira, grossa para desbaste e fina para acabamento,
A primeira medida é cobrir a lâmina com várias camadas de fita adesiva – atenção especial à ponta – para que possa trabalhar com tranquilidade sem o risco de se cortar.

A depender do tamanho e do tipo e/ou forma da haste de metal onde se fixa o cabo da lâmina, você vai ‘moldar’ o formato do cabo na madeira, e para isso, ‘monte’ os dois pedaços de madeira simulando o cabo e use o lápis para marcar o formato e tamanho corretos.

Feito isso é a hora de marcar os furos para colocar os pinos de fixação. Proceda da seguinte forma:

Fixe, uma de cada vez, as metades do novo cabo à haste (cabo) de metal da faca para marcar o local exato do furo por onde passarão os pinos. Para isso fixe com firmeza com um ‘sargento’ – escolha a broca apropriada – e faça os furos com delicadeza e cuidado.

Faça os cortes devidos usando uma serra tico-tico ou mesmo uma serra de arco ou ‘segueta’ quando vai ficar mais fácil fazer um corte com precisão em uma peça pequena. Lembre-se de deixar alguma folga além do risco na hora de cortar, para ser usada na hora do acabamento, tipo ajuste e lixamento.

É importante fazer os furos em uma metade de cada vez para não correr o risco de errar e perder as peças. Muita atenção nesta hora!

Com as peças prontas é hora de fixá-las ao cabo.

Esprema epóxi na parte inferior de um copo pequeno. Mexa com um palito de sorvete. Mexa uma fina camada de epóxi sobre um dos lados do cabo da lâmina. Pressione uma das peças de madeira no lugar. Repita do outro lado. Limpe qualquer excesso de epóxi, imediatamente, com um pano macio.

Deslize rapidamente os pinos de lâmina de metal no lugar através dos buracos nas madeiras e na lâmina. Prenda com braçadeiras em C e deixe secar por cerca de 48 horas.

Retire as braçadeiras. Lixe o cabo da faca com lixa grossa para dar uma forma áspera. Lixe as bordas do cabo de madeira igualando-as com a extremidade do cabo da lâmina. Arredonde os cantos da madeira, suavizando o cabo e tornando-o confortável de se segurar.

Lixe o cabo novamente com lixa fina. Isso remove os arranhões e torna o cabo suave ao toque. Limpe o pó com um pano macio.

Esfregue o cabo com condicionador de madeira e um pano macio. Gel condicionador é rapidamente absorvido pela madeira. Aplique uma camada diariamente por 3 dias deixando as camadas anteriores secarem antes de aplicar a seguinte.
*O ideal é que consiga ‘madeira dura’ – geralmente mais escuras – já que são bem mais resistentes, sobretudo à água (na hora de furar, tome cuidado para não rachar).
Com informações de eHow

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