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domingo

Como fazer para conservar os seus móveis e mantê-los sempre bonitos

móvel é um conceito que, mesmo hoje, herdou a fama de seus predecessores, que é o de durabilidade. Tanto é que não raro ficavam de herança. Situação esta que mudou significativamente, sobretudo em função do material em que são construídas as versões com materiais mais ‘modernos’.

Se no passado a madeira maciça era a regra, não podemos nem dizer que hoje seja mesmo exceção, já que quase tudo é de madeira, entre aspas, ou processada industrialmente.

É o que conhecemos como compensado, aglomerado, MDF, fórmica, laca, e por aí vai. Logo, o trato, o cuidado, com eles é diferente, inclusive entre si. Não para deixar de herança, mas para poder usá-los com mais tranquilidade e por mais tempo.

Mas, tanto em um como outro caso, algumas medidas e/ou cuidados, se tomados com certa regularidade, garantem a conservação, durabilidade e assim evita a necessidade de corrigir ou consertar eventuais problemas que possam surgir, bem como ter que trocá-los prematuramente.

Então vamos a algumas regrinhas básicas que, a bem da verdade, valem para todos eles:

Em primeiro lugar, móveis não podem ficar expostos ao sol, o que vai fazer a madeira ficar manchada – vale para os moveis de madeira maciça, quanto às manchas – e as lâminas podem descolar. Use cortina com black-out.

Não arraste. Se for preciso trocá-lo de lugar, esvazie-o totalmente e puxe-o pela base ou em local bem próximo a ela. Coloque sobre um pedaço de tecido grosso, tipo um tapete velho, o que ajuda o deslocamento sem comprometimento do móvel e mesmo do piso. Uma medida importante é “calçar” os móveis – use disquinhos de... para que possam ser movidos com mais facilidade e sem traumas.

Observe sempre uma razoável distância entre o seu móvel e a água/umidade, já que o mofo, bolor, e nos casos de não serem de madeira maciça, a água pode levar a um inchaço e desintegração, logo, perda irreparável. Por isso, “todo cuidado com a água é pouco”, como se diz.

Logo, não molhe nem exponha o móvel à umidade ou ao calor. Mesmo para tirar a poeira, aposte sempre no pano macio e seco ou, se necessário, mesmo, no máximo levemente umedecido com água.

Evite objetos pontiagudos sobre a sua superfície. Habitue-se a colocar – colar – “rodinhas” (sapatinhos) de feltro sob as peças que costuma deixar ou usar sobre eles, sobretudo àquelas mais pesadas, para se prevenir contra arranhões.

Mantenha-os sempre nivelados – use corretivos – calço – no lado com problema – o que vai garantir a sua “saúde”, bem como evitar que o desnivelamento possa impedir o bom funcionamento de portas e gavetas.

Faça uma vistoria periódica nos parafusos. Mantê-los sempre apertados e no lugar... O seu móvel agradece.

Na limpeza sempre prefira um pano macio em vez do tradicional espanador de penas. Embora o efeito visual no uso deste último pareça bom, a poeira pode se acumular em reentrâncias e emendas e deixar o seu móvel progressivamente com uma “cara feia”.

Evite subir sobre os assentos das cadeiras e bem como apoiar-se em duas pernas. Situações estas que podem fragilizá-las.

Se o seu móvel é de madeira, ou mesmo de laminado, uma ‘lustrada’ periódica – três a quatro vezes ao ano – com o óleo de peroba vai deixá-lo na só com a cara de novo e bonito, como vai dar um bom trato – hidratação na madeira, ou na lâmina de revestimento.

Entretanto se ele não é escuro o óleo de peroba pode provocar manchas – faça um teste em um ponto escondido – e, caso não seja compatível, pode usar a cera incolor pastosa com silicone (caso não sejam envernizados, pois podem se incompatíveis.

Para garantir o brilho e beleza no resto do tempo, use a velha conhecida flanela.

No caso de móveis envernizados cuja aparência esteja meio opaca, sem brilho, basta fazer uma mistura em partes iguais de terebentina e óleo de peroba. Depois com um pano macio molhado com esta mistura, esfregue bem a superfície do objeto.

Para puxadores, maçanetas e outros detalhes em metal, sejam eles de aço inox, banhos de cromo – informe-se na “certidão de nascimento” do móvel – aplique uma camada fina de cera polidora de carro e faça um polimento com pano seco, deixando-os todos brilhando e com caras de novos.

Concluindo, estas recomendações e/ou dicas, como viu, servem tanto para moveis de madeira maciça, mas, com atenção especial para aqueles aos quais nos referimos acima, bem mais frágeis e suscetíveis a sofrerem com eventuais maus tratos.

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sexta-feira

Como fazer para reaproveitar vidros/vasilhames diversos com criatividade e bom gosto


O numero de vidros e todo tipo de vasilhames que chega a sobrar em casa parece a cada dia maior. Mesmo que o redirecionemos para o “lixo reciclável”, costumamos ficar com aquela pontinha de desgosto, pois gostaríamos de reaproveitá-los melhor de alguma maneira, não é verdade?
Neste texto e imagens abaixo vai conhecer algumas maneiras que pode utilizar para fazer um bom uso deles, descobrindo beleza e praticidade onde antes só víamos mais um descartável.
 Para fazer este agulheiro com porta-linha, uma “caixinha de costura”, corte um círculo de tecido, faça um alinhavo em toda a volta e recheie com fibra acrílica. Cole na tampa original e dê o acabamento com uma sianinha. 
Este organizador de cacarecos e outras miudezas que ficam por aí, pode ser feito em potes com bichinhos colados na tampa e pintados com tinta spray para artesanato.
Solução sem enrosco, pois sabemos que um rolo de cordão/barbante assim não costuma se comportar muito bem tanto quando guardados como em uso. Fure a tampa do frasco com um prego – elimine as rebarbas que surgem na parte interna do furo com leves batidas de um martelo, para não enroscar o dito cujo – e tenha um porta-barbante.
Com a reutilização de puxadores de gavetas – você, também, encontra nas lojas do ramo – o pote comum se transforma em uma peça única, original e de múltiplas funções, desde funções na cozinha como em outras áreas da casa.
Estes ex-vasilhames de molho recebem uma camada de primer, uma de tinta na cor de sua preferência e, por fim, um verniz fosco. Como vê na imagem, transformação total, um vaso de flores lindo e vai ocupar um bom lugar na sala ou no quarto.

Nesta imagem (1ª imagem) você vê um miniterrário de suculentas. Para conseguir esse efeito, espalhe pedrinhas no fundo do recipiente e, em seguida, um pouco de terra. Plante a suculenta e finalize com mais uma camada de pedrinhas para compor o visual.

Como vê, o resultado é muito bom e você pode até passar esta ideia pra frente, em uma atitude ecológio-ambiental e dica de decoração.

Com informações de casaejardim

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segunda-feira

Como fazer para identificar se sua roupa está velha e deve ser descartada


É normal agente manter pelos cantos das gavetas e armários, algumas peças de roupa meio pra escanteio, quando não só somos muito chegados ou quando cismamos que elas não nos caem bem.

''Será que ainda dá para usar essa roupa?''. Com certeza você já deve ter-se feito esta pergunta. É isso, não é tão fácil como parece, sobretudo porque costumam rolar alguns motivos, como poderia dizer? Meio subjetivos ou afetivo-emocionais que nos faz apegar a uma determinada peça.

Mas, constatar que uma roupa esta ‘velha’, não quer dizer que esteja pronta para ser jogada fora. Ela pode se customizada, por exemplo, bem como direcionada a entidades que aceitam roupas usadas tanto para doação em seus serviços assistenciais como para os seus brechós.

Nesta relação abaixo vai encontrar sinais inequívocos que a candidatam senão para os bazares, mas, a depender do caso para reforço na limpeza da casa.

Confira!
1. Roupa apertada, larga ou muito curta
Além das mudanças inevitáveis que ocorrem com o passar dos anos e idade, os nossos hábitos alimentares costumam agir no sentido de tornar grande parte de nossas roupas inusáveis [sic].

É que uma roupa apertada, além de desconfortável lança nossa elegância ‘pro espaço’, e ninguém quer andar por aí se espremendo pra caber em um pano, como se diz.

Logo, a saída e ir fazendo as adaptações, quase substituições,  necessárias.
2. Roupas com partes desgastadas ou com bolinhas
Camisas, sobretudo as mais claras, que estão com colarinhos puídos ou manchados de amarelo, não costumam ter conserto. Logo, por ficarem muito aparentes, elas podem facilmente serem decodificadas como algo, tipo desleixo com o visual.

Outro problema é que, com o tempo, as malhas, lãs e lycras vão formando bolinhas na superfície. O que com o tempo vai ficando bem difícil de retirá-las o que pode indicá-las para o reforço ao estoque do bazar.
4. Estampas desbotadas ou manchadas
Peças coloridas, com padrões e estampas podem sofrer com produtos de lavagem muito fortes, como alvejantes. É bom prevenir fazendo um teste em uma pequena área da peça.

Isso além de se atentar na hora da lavagem para não misturar peças ‘imisturáveis’, ou seja, que gostam de trocar informações durante o processo, ou seja, cores... 
5. Calças jeans rasgadas ou furadas
A moda está sempre aprontando das suas, mas se você não é lá chegado às calças jeans customizadas, ou seja, detonadas, o ideal é ajudar no estoque do bazar.
6. Camiseta esgarçada
Quando a gola, a manga daquelas tipo social, ou a barra da camiseta esgarçam, seja porque foram penduradas de maneira incorreta na hora de secar ou pelo uso constante, é melhor passá-la pra frente.

Uma boa pedida é cortar as mangas e usar dentro de casa, como se diz, já que até para o bazar costumam estar aquém da conservação mínima necessária.
7. Cueca velha
Cuecas sem elástico ou frouxas, é um bom exemplo de peças que não são visíveis, mas que devem ser trocadas quando chegam a este ponto.
8. Cuidado com as gravatas
Se é a sua praia, confira. Lavar e passar gravatas não é tarefa simples, porque elas podem perder a estrutura das dobras facilmente, e muitas delas não aguentam o ferro de passar. Assim, o melhor a fazer é proteger a gravata na hora de comer, pendurá-las ou enrolá-las sem o nó após o uso. 
9. Calçados velhos
Todos nós sabemos que o uso torna os sapatos e tênis mais macios. Porém, quando eles estão muito desgastados e nem o melhor sapateiro tem uma solução para os furos, é hora de praticar o desapego. Tem muitos casos em que o sapateiro anda cobrando mais caro do que a reposição do coitado.
10. Mudança de estilo
Tem lance que não é lá tão comum assim, mas acontece, ou às vezes se faz necessário, ou seja, tem horas em que precisamos mudar o estilo do nosso guarda-roupa, como na passagem da adolescência para a fase adulta, no primeiro emprego ou em uma promoção para um cargo mais importante.

Nessas ocasiões, verifique em seu guarda-roupa aquilo que se enquadra no novo estilo, digamos assim, e parta para aquisição de novas peças.

Fonte de informação: Uol

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quarta-feira

Como fazer para identificar se é mofo ou bolor nas roupas e objetos e como cuidar devidamente


A umidade do ar, no período das chuvas prolongadas, por exemplo, bem como o frio, ou inverno, costuma trazer alguns visitantes não muito desejáveis que, se não detectados ou combatidos a tempo podem trazer prejuízos consideráveis.

São os velhos conhecidos mofo e bolor. É, o mofo e o bolor, que embora muita gente confunda e considere tratar-se do mesmo “inimigo’, eles são distintos e têm atuação diferenciada sobre os objetos em que se alojam.

O bolor apenas infecta os objetos deixando aquele visual desagradável, já o mofo, corrói o material em que se aloja o material afetado.

O primeiro, em relevo, tem tom acinzentado e pode ser facilmente removido com um pano úmido, já o segundo, o bolor, que deixa pontos pretos, é mais difícil de ser removido, sobretudo porque costuma se alojar em objetos fibrosos e tecidos.

Veja também:
- Como fazer para usar e conservar melhor os seus “couros” do inverno
- Como fazer para usar os cuidados essenciais no trato com suas roupas
- Como fazer para lavar bem as suas roupas sem danificá-las
Veja como dar um trato nas roupas e armários para evitar, e combater, os indesejáveis visitantes.

O sol e a ventilação são aliados importantes contra os fungos no geral, já que tanto a umidade como o ‘abafamento’ são aliados que facilitam o seu aparecimento. Uma boa medida é habituar-se a colocá-las no sol por alguns minutos e em seguida deixar esfriar um pouco antes de voltarem ao armário.

Uma ideia adicional é de vez quando, ou melhor, com certa freqüência, deixar as portas e gavetas abertas – tipo uma hora por dia – em épocas mais propensas a ocorrer para manter alguma ventilação.

Um item muito importante a ser observado, é jamais guardar roupas que tenham sido usadas – sem lavar –, pois, embora pareçam limpas, elas retém algum suor e a gordura natural do corpo, sem falar algum resíduo como o pó, que serão um banquete para os fungos.

Outro item que deve receber atenção. São as peças de couro, que devem ser retiradas do armário com mais regularidade para arejarem.

Uma medida adicional importante é colocar saches – feitos por você mesmo – com tecido de algodão, contendo giz ou carvão vegetal e coloque nos cantos dos armários e gavetas, já que são excelentes para absorveram umidade. Eles devem ser trocados periodicamente. Lave os saquinhos e os encha novamente.

Você pode, também, juntar os saches com sais de sílica que costumam vir em embalagens diversas, como de medicamentos e materiais eletrônicos, por exemplo, e utilizá-los da mesma maneira, pois são excelentes para absorverem umidade.

Você pode usar a cânfora, que embora tenha um cheirinho não chega ser desagradável, tem gente que é alérgica. Faça saquinhos, ou saches, em tecido de algodão ou gaze, e distribua igualmente por gavetas e armários, bem como em outros locais suscetíveis.

Mas, se “topar” com eles, veja como fazer.

O tempo e a permanência da mancha de mofo ou bolor no tecido é o que vai determinar se ela poderá ou não eliminada. Se muito antiga, veja abaixo, o processo terá de ser repetido muitas vezes o que pode enfraquecer o tecido, com perda de resistência e apodrecimento da peça.

Os tons violeta, pretos e esverdeados, geralmente denotam manchas mais antigas e bastante impregnadas nas fibras do tecido.

Se as manchas são recentes podem ser removidas em lavagem comum com a utilização de algum alvejante, preferencialmente aqueles sem cloro que atacam menos as fibras do tecido, embora o processo seja um pouco mais lento.

Mas, se persistirem use a fórmula abaixo:
- Coloque em um recipiente 5 colheres de sopa de água sanitária* e 2 colheres de sopa de um produto de limpeza pesada, como aqueles utilizados para retirar gorduras de fogões e azulejos,
- Misture e aplique a solução sobre a mancha. Espere uns minutos e se necessário esfregue devagar para não rasgar a peça. Se a mancha diminuir e ainda continuar mesmo em parte do tecido repita a operação quantas vezes forem necessárias, até a retirada final,
- Após a remoção lave a peça em água corrente e aplique sobre o local que estava manchado uma solução pastosa formada por 3 colheres de sopa de açúcar e 5 colheres de sopa de água. Espere cerca de 3 minutos, enxágue e lave a peça novamente como de costume.
O que fazer com o mofo em roupas coloridas?

Se a mancha em uma roupa colorida não sair após a lavagem simples, com o alvejante sem cloro, você pode fazer um teste para saber se é possível utilizar a solução de água sanitária nela. É só fazer o teste. Aplique a solução em um fio ou em uma pequena parte interna da peça e espere cerca de 10 minutos para ver se o corante resistente ao cloro.

Não desbotando, você pode seguir a receita acima. Se não, e o local ficar branco, a opção é levar a peça em uma lavanderia profissional para ser tingida.

         *Use sempre um produto de boa qualidade ou adquirido recentemente, pois elas costumam perder a eficiência.

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