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domingo

Como fazer para sobreviver a um infarto se estiver sozinho

Provavelmente a maioria das pessoas está, mesmo, livre de algo assim, sofrer um infarto e muito menos estar tão sozinho a ponto de não ter um apoio ou ajuda para buscar um recurso médico.

Entretanto, só por curiosidade, ou mesmo para passar pra frente em alguma conversa de buteco, é bom dar uma olhada. Não custa saber!

Então, o que fazer?

Caso ocorra o sinitro e se estiver, mesmo, sozinho, faça ou siga esta sequência de atos simples que podem, realmente, fazer a diferença.

Na sequência, depois de adquirir algum controle sobre sua respiração e movimentos, peça um taxi e vá direto ao pronto socorro mais próximo. Ou como se diz popularmente: “pica a mula”.

Vamos lá!

      1. Durante o infarto, siga as dicas para que o ritmo cardíaco volte ao normal.
A primeira ideia, por mais dificil que pareça, sobretodo em um momento assim, é afastar a ideia de morte. Isso mesmo, o medo de morrer!

Afinal você está vivinho da silva.

Respíre profundamente e a seguir dê uma tosse bem forte, force! Vá repetindo isso a cada 2 segundo (conte 1 e 2 pausadamente), respirando bem fundo e tossindo o mais forte e prolongado que puder, para que o coração volte a bombear o sangue normalmente.
Leia também: Como fazer para identificar um AVC, o que pode ser crucial
Mesmo que ele volte a bater regularmente, vá a um hospital o mais rápido possível e relate, exatamente, o que sentiu, daí o médico que o atender deve pedir um eletrocardiograma e um ecocardiograma para avaliar precisamente o que ocorreu.

Só para você entender a importancia do seu ato antes de buscar por socorro. É que ao fazer as respirações profundas se absorve mais oxigênio, e as tosses levam o coração a bater normalmente, dando assim condições para se locomover e buscar uma emergência.

É isso!

Com informações de receitasedicas

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sábado

Como fazer um sistema coletor de água de chuvas usando as calhas do telhado

A ideia não é nova, é histórica, milenar, já que a água nunca foi, assim, tão disponível em todos os lugares e para todo mundo, pelo menos não na medida necessária, logo, a chuva sempre foi “uma mão na roda”, como se diz. É só criar um sistema de captação e armazenamento da chuva para garantir água por um bom tempo.

Logo, a depender da forma como capta e armazena, vai ter água potável de qualidade para muitas funções em casa.

O telhado é um coletor ‘natural’ daí é só conduzir esta água para tambores ou tonéis de plástico, de preferência, pois facilita a conservação.

A calha que visa conduzir a água do telhado até o tonel/tambor deve fazer isso a rigor, ou seja, levar a água até a ‘boca’ do tambor, já que se ela – a água – simplesmente ‘cair’ do telhado os seus respingos podem umedecer seriamente a parede adjacente, comprometendo a sua conservação e provocando umidade, e mofo, no ambiente contíguo.

O ideal é que esta coleta seja feita em vários locais – sobretudo se os reservatórios não forem grandes – ou pontas, do telhado ou que a parte final da calha que conduz a água até o tonel seja, de alguma maneira, móvel para permitir o seu deslocamento para outro tonel proximo assim que o anterior esteja cheio.

Se o seu telhado já não tem uma calha que possa utilizar, talvez adaptar, você pode estudar o telhado – o local que recebe mais água e que tenha uma caída adequada – e instalar uma calha nesse lado, já a adaptando para a coleta da água.

As calhas são feitas com metal galvanizado, PVC ou mesmo o zinco. Veja o que melhor se adapta a sua situação (e bolso).

Lembre-se que vai ter que utilizar um “coador” na boca do tonel/tambor, para reter resíduos sólidos do telhado que virão com a água. Pode ser duplo, tipo um de tela sintética bem fina e logo abaixo um de algodão grosso tipo tecido de saco, que vai garantir uma água limpa e livre de detritos.

Como vê, é um sistema que garante um bom aporte de água boa e barata, que pode ser utilizada tanto na cidade como em chácaras e sítios, quando, nestes casos, pode utilizar reservatórios maiores, tipo um tanque semi-subterrâneo de cimento, por exemplo, com uma capacidade bem maior de armazenamento da água preciosa.

É isso, mãos à obra!

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terça-feira

Como fazer fogo ou fogueira em caso de emergência.


É um artigo que encontrei em minhas andanças nas “nuvens” da rede, e como sempre gostei de acampamentos, embora pareça que andaram sumindo ou saindo de moda, eu continuo ligado. Não custa dar uma olhada, até por curiosidade, nesta técnica de fazer fogo com duas pilhas. Vai que um dia precisa, não é verdade?

Um pedaço de palha de aço (bombril) ou outro material semelhante, de fraca resistência, ligado aos polos de duas pilhas ou a uma bateria incendiar-se-á facilmente. 

Também poderá provocar faíscas com dois pedaços de fios ligados aos pólos (positivo e negativo) da bateria. Leve as pontas destes fios junto à isca e os encontre e afaste rapidamente, o resultado será um curto-circuito, com faíscas suficientes para ignição da isca, ou seja, pegue duas pilhas na mesma posição que ficam na lanterna. Espiche e enrole uma fina mecha de bombril e feche curto ligando da ponta + da primeira pilha à parte negativa da segunda pilha. O bombril não aguenta a carga e incendeia. Tenha iscas de fogo preparadas à mão.

Se você se perdeu com seu carro, você pode utilizar a bateria dele para criar a fagulha.
- Encontre alguns fios do veículo (qualquer fio do motor serve).
- Prenda dois pedaços de fio a cada terminal da bateria.
- Reúna o material inflamável e encoste os fios por sobre ele (isso deve criar uma fagulha e o material vai começar a queimar).
- Sopre gentilmente para alimentar a chama.
- Quando o material estiver aceso, leve-o rapidamente ao fosso da fogueira e acrescente lascas para acelerar a combustão.
Como vê, são informações interessantes, que apesar de tanta modernidade nunca se sabe quando vamos ou podemos precisar de uma coisa assim, não é verdade?

Neste link: como fazer fogo, você vai encontrar outras formas interessantes e diferentes de fazer um fogo ou fogueira, inclusive muito vídeos, além, é claro, da melhor forma de fazer uma fogueira convencional.

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