Às vezes parece que um hábito assim tão maravilhoso quanto
útil para a vida pessoal e profissional, como a leitura, seja algo que se
apreende por osmose, ou que surge do nada, assim, como em um passe de mágica,
ledo engano.
Originalmente o hábito de leitura e de apreço e convívio com
os livros advêm do exemplo em casa, de pais ou de algum membro da família que o
tenha e no qual a criança se espelha e segue, isto sem falar no próprio ambiente
e companhia dos livros em casa.
Agora, por incrível que pareça, o desenvolvimento do hábito
de leitura se tornou uma “questão médica”, é, uma questão médica ou de saúde,
com os médicos recomendando como se um medicamento precioso para o desenvolvimento
otimizado das crianças. Veja por si mesmo.
“Leitura em voz alta agora
é recomendação oficial da Academia Americana de Pediatria.
Mais do que diversão, a leitura
de histórias para os filhos pequenos, especialmente os menores de três anos,
agora é "prescrição" médica.
Uma nova recomendação da APP
(Academia Americana de Pediatria) diz que os médicos devem orientar os pais a
lerem em voz alta para os bebês como forma de estimular a linguagem, o
desenvolvimento da Alfabetização e o fortalecimento das relações afetivas entre
eles.
(...)
A ênfase dada às crianças pequenas
(até três anos) tem uma explicação: os primeiros 36 meses de vida são cruciais
para o desenvolvimento do cérebro e de habilidades como falar, aprender e
pensar.
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