terça-feira

Como fazer para conservar os cabos de madeira das facas

Uma situação, relativamente, comum é o descarte de facas em função da deterioração do seu cabo de madeira. Descarte, mesmo, já que ela fica sem qualquer serventia em função da impossibilidade de uso.

Mesmo quando não deteriora, quebra e se solta, de vez, a questão estético-visual com o cabo gasto, roto, vai relegando-a para escanteio.
Veja também: 
- Como fazer para lavar, e cuidar, corretamente de suas facas 
- Como fazer um belo cabo de madeira para facas
Logo, cuidar melhor dos cabos das facas observando algumas regrinhas básicas, e simples, pode trazer-lhes uma vida útil bem mais longa.

Veja a seguir algumas dicas:
- Lave a faca imediatamente após cada uso. O tempo em que ela permanece suja, sobretudo o cabo, leva a uma absorção dos resíduos grudados que, no médio prazo, vão comprometendo a qualidade e firmeza da madeira. 
- Lave sua faca manualmente, ou seja, evite as ‘máquinas de lavar’ que a mantém submersa por um tempo prolongado, submetida seu cabo a uma pressão desnecessária – encharcando-o – o que compromete a estrutura da madeira. 
- Não deixe a faca de molho. É comum as facas ficarem de molho na pia junto com outros talheres e utensílios. Como falamos acima, elas devem se lavadas separadas e o mais próximo possível após o seu uso. 
- Lubrifique periodicamente o cabo da faca. Certifique-se se a madeira está limpa e seca e unte – usando toalha de papel – com óleo, de canola, por exemplo, que substitui muito bem produtos próprios para isso, ou mesmo outro óleo à mão. 
- Guarde sua faca em um local fresco e seco, para que fique eliminada a possibilidade de umidade que pode gerar os danos previsíveis bem como o velho mofo.
Observando estas dicas simples terá suas facas, em bom estado, por muito tempo.

Com informações e eHow

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

domingo

Como fazer para proteger e resguardar o seu cabo de celular

É uma “figurinha carimbada” que volta e meia precisa ser trocado, quando além do contratempo tem ainda o ‘debito ambiental’, digamos assim, que, a avaliar pelos milhões que rolam por aí, o descarte é um bom ‘debito’ para o meio ambiente e para a vida no planeta.

O cabo de celular é um produto que apesar dos cuidados que tomamos acabam se danificando, logo, como não dá para ficar sem um, a saída é usar algum recurso extra para garantir vida mais longa ao seu e sem grandes esforços e/ou investimento.

Nestes itens abaixo você vai encontrar algumas idéias que, se observadas, podem gerar uma longa vida útil aos seus cabos de celular.

- Usar a mola do mecanismo de acionamento de uma caneta pode fazer de um cabo algo mais maleável, enquanto evita dobras desnecessárias que possam quebra a fiação interna, sobretudo.

Veja como colocar na sequência de imagens
- Uma boa ideia é reforçar a parte próxima aos ‘plugs’ com esparadrapo – algo em torno de 10 cm no fio – de maneira que se evite o excesso de flexibilidade que leva ao rompimento, mas, ao mesmo tempo evitar a rigidez excessiva que o fará romper em outro ponto mais abaixo, ou acima, no fio.

- Outra boa dica é se certificar se ao guardar ou recolher o cabo, você o esteja enrolando, mesmo, evitando dobras que levam ao rompimento dos fios internos e sua consequênte inutilizarão. Ou seja, sem qualquer dobra.

- Uma dica adicional é evitar tencionar o cabo fazendo fortes deslocamentos laterais, sobretudo, o que leva à possibilidade de ruptura em sua parte interna na parte que está mais fixa. Logo, o ideal é garantir um espaço de manobra previsível, ao mesmo tempo em que o livra de acidentes e esbarrões.

Como vê, nada de complicado e que pode garantir uma boa vida útil ao seu equipamento.

Com informações da BBC

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

sexta-feira

Como fazer para organizar um kit básico e geral de costura


O aprender a costurar quase sempre é feito de forma meio aleatória, com a orientação meio solta e eventual de alguém experiente por perto, e muitas vezes não passamos disso, de algum rudimento que nos permita ‘dar conta’ de alguns probleminhas eventuais.

No artigo abaixo vai conferir uma relação de artigos que vão dar um jeito mais sistemático, mais organizado, de fazer isso, o que pode trazer ganhos significativos em habilidade e eficiência em nossas incursões na área.

É um kit básico que pode ir sendo adquirido na mediada das suas necessidades durante o período de aprendizado.

Vamos lá:

Além de uma boa máquina, um kit básico de costura é essencial para poder fazer suas criações. Seja para quem está começando ou mesmo para costureiras e artesãos de mão cheia.

Os componentes básicos de um kit de costura são:
- Diversos tipos de botões;

- Agulhas de tamanhos variados;

- Linhas variadas;

- Tesouras de costura;

- Alfinetes e almofada de alfinetes;

- Um dedal;

- Fita métrica;

- Presilhas, ganchos, ilhoses e colchetes;

- Fita auto-adesiva;

- Retalhos.

Se você ainda não tem esses artigos, tenha as seguintes dicas em mente, ao comprá-los:

- Tesouras leves com 15 ou 18 cm de comprimento são as melhores. Use-as apenas para a costura;

- Alfinetes com cabeças grandes de vidro ou plástico são os mais fáceis de usar. Compre os maiores que encontrar, de até 3 ou 4 cm de comprimento;

- Um pacote de agulhas de pontas variadas, de tamanho médio, com orifícios redondos, apropriadas para todos os pesos de tecido;

- Existem dedais de diferentes tamanhos; encontre um que se encaixe no dedo médio da mão que você usa para costurar;

- Colchetes e ganchos de tamanhos variados (1, 2 e 3) e presilhas tamanhos 3/0, 2/0 e 0 resolvem a maior parte dos problemas de reposição;

- Uma régua de metal para costura (vazada no meio), de 15 cm, é mais útil para costuras que uma fita métrica, particularmente para fazer bainhas, já que pode ser usada para manter-se constante a medida desejada.

- Outros artigos que facilitam muito a costura incluem um abridor de casas, cuja ponta afiada e curva é usada para abrir costuras e a ponta fina é usada para retirar os fios soltos; um passador de linha, que poupa muito tempo e frustração; e uma tesoura de recorte, que tem bordas em zigue-zague, o que lhe permite aparar o tecido sem esfiapa-lo.

Claro que você pode usá-la – esta lista – apenas como referência e ir adquirindo/juntando gradualmente “este arsenal” de recursos, na medida em que for se familiarizando com a ‘arte de costurar’.

Com informações deHowStuffWorks

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

quarta-feira

Como fazer um banco bem original reutilizando velhas pernas de cadeira

Não é lá tão fácil assim encontrar a “matéria prima” principal do projeto, as pernas de cadeira, ou mesmo de antigos banquinhos, mas, fica a ideia e na eventualidade de ‘aparecer’...

É uma boa ideia, não?
Confira também: 
- Como fazer um ‘clássico’ banco rústico de madeira 
- Como fazer um pequeno ‘tamborete’ rústico e prático 
- Como fazer para transformar duas cadeiras velhas em um móvel novo 
- Como fazer um banquinho de madeira super prático e muito útil. Confira! 
- Como fazer uma cadeirinha simples e prática para uso externo 
- Como fazer um banco de jardim reutilizando paletts
Como vê na imagem, na há muito o que explicar. Em principio as ‘pernas’ têm tamanhos equivalentes o que facilita muito a montagem final, mas nada que não se possam fazer pequenas adaptações.

Um detalhe que deixa o resultado mais “limpo” é a forma de fixar as pernas, antecipadamente presa nesta “cruz” que as fixa, para que não apareçam os parafusos/pregos na superfície, assento, do banco.

Fixando de ‘baixo pra cima’ no assento do banquinho, use uma broca de madeira maior, de maior diâmetro (grossura), que a cabeça do parafuso que vai utilizar furando até a profundidade de dois a três centímetros, e faça o furo definitivo para fixação a partir daí, o que vai facilitar a fixação do assento com uso de um parafuso convencional – medindo antes para que não saia na superfície do assento – ou se preferir a fixação de cima para baixo, bem mais fácil, use o mesmo recurso.

Ou seja, com o “recuo” provocado pela primeira broca, pode esconder a cabeça do parafuso com a utilização de uma massa feita de pó de madeira (da mesma) e cola, ou mesmo um “botão de madeira” colado e lixado para igualar a superfície.

Concluído, você pode deixar tudo na ‘cor original’ o que lhe dá uma ‘personalidade própria’, com um visual meio vintage, pintar com cor única ou mesmo fazer uma patina.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

segunda-feira

Como fazer para consertar torneira que não para de pingar

Torneira pingando é uma situação tão comum e de solução bem fácil, mas, sempre tem uma primeira vez e não custa pegar umas dicas para facilitar.

Você vai precisar de:
- Alicate 
- Chave de fenda 
- Chave inglesa ou de rosca 
- Vedante (ou courinho)
Passo a passo:

Feche o registro geral do banheiro ou cozinha.

Com uma chave inglesa ou alicate, desaperte o pino superior da torneira e termine de soltá-lo com a mão retirando com cuidado.

Com a chave de fenda, abra o parafuso interno da peça.

A parte de cima deverá ser solta com a chave inglesa ou de rosca. Remova a peça.

O courinho/válvula/vedante, nomes mais comuns do anel que veda a torneira, provavelmente estará solto. Retire-o e caso esteja em bom estado encaixe-o novamente.
Válvula/vedante de torneira
Acople novamente a parte de cima da torneira. Com a ajuda do alicate, para que não fique bem firme.

Coloque o parafuso na peça e aperte com a chave de fenda. Encaixe o pino de cima e aperte com o alicate.

Feito isto, reabra o registro e teste o funcionamento.

              Obs. Não raro pode encontrar a “válvula”, vedante ou o courinho já duro ou muito gasto o que vai exigir substituição, caso contrário pode continuar vazando.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

sábado

Como fazer para evitar alguns erros importantes na hora de pintar sua parede

Pintar uma parede parece simples, não? E é simples! Embora existam alguns segredos/dicas nem sempre conhecidos ou divulgados, que se observados podem dar ao seu trabalho um ar mais profissional, ou seja, evitar alguns ‘errinhos básicos’ que caracterizam o trabalho amador.

Estas informações foram obtidas com uma supervisora e coordenadora de vendas de duas fabricas tradicionais de tintas e revelados como segredos profissionais não divulgados “pelos profissionais” da área.

Nos links em meio ao texto você encontra muitas e variadas dicas sobre o mesmo tema e vale à pena dar uma olhada, pois tratam de situações diversas, complementares, que podem contribuir, e muito, com o seu trabalho.

Confira a relação abaixo e verá que é bem simples, mas pode fazer uma grande diferença na qualidade de seu trabalho.

Mix de cores

Calcule a quantidade de latas de tinta que você vai usar. Se elas forem de lotes diferentes, pode haver uma diferença no tom da cor. Aí faça como os profissionais: misture tudo em um recipiente para igualar os tons e só então pinte.

Que papelão

Para cobrir o chão, jamais use plástico. Você vai acabar pisando na tinta úmida e sujando a casa. Quem conhece o assunto usa papelão ondulado, que é barato, absorve a tinta que cai e faz com que ela seque mais rapidamente.

Clima ameno

Confira a previsão do tempo. Se o clima estiver muito úmido, a tinta não seca. Já se o ar estiver seco ou quente, a tinta não se espalha e a parede fica manchada. Por isso, evite dias com umidade menor de 10%.
Leia também: 
- Como fazer para garantir o sucesso na pintura de sua casa 
- Como fazer para evitar sujeira na hora de pintar com dicas simples 
- Como fazer para pintar as grades de sua casa com mais eficiência 
- Como fazer para ganhar tempo e eficiência nas pinturas
Esfrega

Limpeza é fundamental para evitar manchas na nova pintura. Se a parede estiver somente suja, água e detergente nela. Se estiver com mofo, use água sanitária. O desenho lindo que aquela criança pintou na parede com caneta colorida pode ser apagado com álcool. Já os rabiscos de caneta esferográfica só saem mesmo lixando.

No rodapé

Compre a fita crepe mais grossa que você encontrar para cobrir o rodapé. Tire o pó para que a fita grude melhor, e passe uma régua para garantir a aderência. E nada de lambança: comece pintando o centro da parede para então puxar a tinta em direção ao rodapé. Assim o pincel chega mais “seco” no chão.

Dobradiças

Vai pintar a porta? Preste atenção nas dobradiças! Para protegê-las, passe vaselina líquida, que vai deixá-las oleosas e impedir que a tinta grude.

Raspadinha

Proteja a moldura da janela com fita crepe, mas nem perca tempo cobrindo os vidros. Eles só sujam com os pingos da tintura do teto. Para evitar isso, não passe o rolo em direção à janela, role no sentido contrário. Se mesmo assim caírem gotas, é simples: passe uma espátula de plástico para remover a tinta quando já estiver seca.

Truque de mestre

Primeiro passe um pincel nos limites da parede. Antes de deixar a tinta secar, já complete a área com o rolo. Espere 3 horas e repita a aplicação. A segunda demão elimina as diferenças entre os cantos, que foram pintados com pincel, e o centro, pintado com rolo.

Com informações de Luisa Destri, em Super Abril

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

quinta-feira

Como fazer um baú tradicional, vintage, de madeira

Existem algumas idéias por aí sobre o como fazer um baú de madeira, todas, a meu ver, um pouco complicados, com muitas medidas e detalhes, já que qualquer erro pode botar todo o serviço a perder.

A melhor ‘técnica’, ou modo de fazer, e que o ‘projeto’ já sai vacinado contra erros é o que vou definir agora.

Só pra lembrar, eu já fiz vários baús, mesmo, tipo 5 ou 6 e de vários tamanhos e já ensinei a alguns amigos que mesmo em primeira viagem tudo saiu às mil maravilhas.

Para começar defina a madeira, se maciça ou mesmo algum aglomerado, compensado... A seu critério. 

Para experimentar faça um pequeno.

Monte um caixote fechado usando pregos, lembrando-se de não colocar pregos a uma ‘altura’ de 10 cm – linha preta na imagem – de cima para baixo em toda a volta do caixote. Fechado o caixote, faça um ‘lixamento’ geral.
Feito isso use uma régua/ripa e faça uma marcação com um lápis em torno da caixa há uma distancia de 10 centímetros da parte superior, como pode ver na linha preta na imagem.

Com um serrote afiado proceda ao corte seguindo o risco/marcação que fez. É a tampa de seu baú! Terminado o corte é só fazer um acabamento nas ‘rebarbas’ do corte.

Agora só resta dar o acabamento/montagem final. Colocar as dobradiças, pensar e escolher o revestimento, se pintura ou verniz, e colocar as ferragens típicas de um baú.

Um revestimento antigo, bem tradicional para baús era a forração – colagem – de tecido tipo morim ou algodão americano ou cru, e pintado na cor de sua preferência. Fica melhor se evitar o brilho, logo uma demão é mais do que suficiente, ou mesmo, melhor até, uma tinta “não óleo” de acabamento opaco.
'Ripas' de madeira para a decoração
Um adereço, também, tradicional é a colocação de pequenas e finas, ripas envernizadas com cantoneiras e juntas de metal (imagem acima), finalizando com as “alças laterais” de metal, todas, ainda, encontradas no comércio. As ripas podem ser pregadas com tachinhas douradas (veja na imagem acima).
Para fixar as 'ripas'
Para concluir é só fazer um revestimento – forração – interno. ‘Antigamente’ se fazia com papel. Antigos ‘papéis de embrulho’ na cor parda ou outra. Você encontra papel pardo, tipo papel craft, nas papelarias, mas nada impede que use outro tipo de papel.

Coloque a fechadura e o seu baú vintage está pronto!

Para concluir, faça uns “pés” usando 4 triângulos de madeira e, se for pequeno e vá ficar sobre móveis, revista com um retalho de feltro para na riscar.

Depois desta experiência você pode partir para fazer um do tamanho que quiser e usando sua criatividade, investir até, mesmo na variedade do formato da tampa, tipo uma tampa ‘arredondada’, por exemplo.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

terça-feira

Como fazer facilmente capas de tecido para suas cadeiras

É um recurso que dá um “up” na sala ao decorar suas cadeiras com uma capa de tecido bem bolada. Capa para cadeira é um bom item na decoração da sala.

É simples, pelo desenho/esquema acima dá para se ter uma ideia de como é fácil a montagem, e costura.

Escolhido o tecido, tire as medidas/dimensões de sua cadeira para calcular a metragem necessária.

Meça a altura, do encosto na frente e na parte de trás até embaixo. A altura/largura e comprimento do assento.

Em tudo isso acrescentando 2 cm em cada medida para as emendas/costuras e bainhas. 
Clique na imagem para ampliar
Para isso, efetuar as medições corretamente, você vai precisar das dimensões – largura – do tecido que escolheu para facilitar o cálculo.

Você pode aproveitar a oportunidade e fazer uma toalha de mesa com o mesmo padrão, para isso meça/corte o tecido do tamanho da mesa, deixando 30 cm em todos os lados para as bainhas e caída lateral normal.

A ‘montagem da capa’ pode ser feita toda em costura – quando você veste a cadeira – ou mesmo usando cadarços/fitas nas laterais em pontos escolhidos, veja “X” na imagem, o que vai demandar mais trabalho, provavelmente, com “casas” ou ilhós para passar o cadarço/fita e manter a ‘compostura’ do conjunto.

Mas, um ‘vestido’ – costurado – para suas cadeiras já é uma boa ideia.

Entretanto, você pode usar sua criatividade e proceder às alterações e mudanças que julgar necessárias, adaptando efetivamente ao seu tipo de cadeira, inclusive deixando-as mais curtas, mais próximas do assento. 

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

domingo

Como fazer fácil uma mesinha/estante prática e criativa

Como pode ver na imagem acima é uma idéia simples, mas que pode ser bem prática dado as suas dimensões de se encaixar em qualquer espaço/necessidades, bem como por sua simplicidade, tanto no visual/estética como no fazer.

Você pode reutilizar, de reaproveitar, desde o compensado como o aglomerado que esteja dando bolas por aí, como pode utilizar o velho pinho, tábua de pinho, cujas dimensões já facilitam, muito bem, a montagem da mesa/estante.

As suas dimensões lembram um ‘criado mudo’, logo, pequeno e funcional, que pode ser utilizado em ‘cantos’, em qualquer cômodo, e ‘prestar seus serviços’.

As dimensões ideais talvez sejam algo em torno de 40 cm de largura por 30 cm de altura e profundidade, o tampo superior com 30 cm², logo, deixando algo em torno de 10 cm na abertura. Isso só a dimensão do corpo do móvel, sem as pernas.

As pernas simples como ‘traves’ (futebol), podem ser montadas com retalhos de ripas, ou pequenos sarrafos – de 30 a 40 cm de comprimento – observando alguma abertura simples para que tenha a devida estabilidade.

Caso opte por reaproveitar retalhos de compensado ou aglomerado, atente para o acabamento, sobretudo nas bordas, pois ficarão bem visíveis.

Na imagem a peça é revestida, daí o seu visual limpo e homogêneo, mas se for utilizar a madeira comum pode usar os parafusos, ou mesmo pregos, afunde um pouco e disfarce com um pouco de massa de madeira. Você mesmo pode fazer com uma ‘raspa bem fina’ – tire usando um arco de serra – da madeira e cola.

Se a opção for o pinho, é só lixar e escolher o tom do verniz, ou mesmo a tinta.

Colocar um retalho de feltro nos pés, que é um recurso pouco usado, mas que protege o piso caso o seu seja de madeira, tipo sinteco, que costuma riscar facilmente.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark