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quinta-feira

Como fazer para ter melhor rendimento em seus estudos


Ultimamente os celulares, smarts e assemelhados se tornaram quase uma extensão do corpo das pessoas, que não os largam para mais nada, mesmo em momentos íntimos como namorar, onde cada um fica com o seu, viajando em seu universo pessoal, sobretudo, no Twitter e Facebook.

 Entretanto, se quer mesmo conseguir um melhor rendimento em seus estudos, tem que romper com tudo isso. Desligar tudo e tirar até de perto para não “cair em tentação”. Sem silêncio, atenção e dedicação não há como estudar ou aprender efetivamente.

Então, primeiro ponto é desligar tudo e ficar, literalmente, longe de tudo isso, incluindo a TV e som. Não é verdade que a musica ajuda.

Tenha um canto exclusivo para isso onde possa ficar sozinho e inteiramente à vontade, com uma mesa ampla onde possa ter à mão todo o material necessário sem ter que sair para pegar algo.

 Certifique-se que o sono e a fome estão em dia. Se não, tire um cochilo antes de começar e coma algo leve, tipo uma fruta, para não ser perturbada por um ou por outro na hora do “vamos ver”. Não coma enquanto estuda, pois, isto distrai e bagunça o seu canto de estudo.

A organização é vital, por isso tenha uma agenda – se mulher, escolha uma bem transada ou decore uma do seu jeito – para organizar suas tarefas e estudos, tarefas do dia a dia e datas de provas, por exemplo, bem como um caderno exclusivo para fazer anotações em sala de aula, o que vai ser um diferencial importante na hora de estudar. Para facilitar a organização use canetas de cores deferentes.

Claro que estudar e ler são quase sinônimos, entretanto faça exercícios e testes, o que vai aferindo o rumo dos estudos e o seu nível de aprendizado, quando deve ir avaliando os procedimentos usados e a eventual necessidade de mudar algo.

Busque orientação com o professor sobre filmes e outras mídias que possa usar para ampliar a compreensão do conteúdo estudado.

O tempo de estudo continuo é muito importante e vai depender de sua capacidade de concentração e apreensão do conteúdo estudado, o que varia de uma pessoa para outra, mas, nada que não possa ser treinado ou aprendido. Se você quer manter o nível de seu curso regular no colégio, algo em torno de duas horas por dia pode ser suficiente. Mas, se vai encarar algum teste importante, concurso ou coisa do gênero, convém aumentar o tempo, desde que coloque um intervalo a cada duas horas, para relaxar, fazer outra coisa.

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terça-feira

Como fazer para não cair nas armadilhas do consumo inconsequente

Os apelos ao consumo estão cada dia mais fortes, sobretudo, em função do grande apelo emocional, e social, que isto representa, aliado às técnicas sofisticadas usadas pelo comércio, que condicionam e estimulam o consumo desenfreado, desnecessário e inconsequente. Nestes tópicos abaixo a autora alinha alguns fatores que induzem a este tipo de consumo, seja, de opções de investimentos como do consumo de produtos diversos.

     "Comprar impulsivamente
- "Dois segundos e meio depois da decisão de compra, somos inundados pela dopamina", diz Márcia Tolotti, citando o hormônio responsável pela sensação de prazer. Por isso tanta gente compra mais do que pode e acaba se endividando. Avaliar a real necessidade da compra e não consumir por impulso são as formas de se evitar essa armadilha.

Achar que todas as decisões são racionais

- A psicanalista Márcia Tolotti diz que, quando tomamos decisões relacionadas ao dinheiro, sofremos duas interferências negativas: da má educação financeira e das emoções. É um erro, assim, achar que basta conhecimento técnico para se dar bem nos investimentos. É preciso também ter autoconhecimento emocional.

Comprar impulsivamente

- "Dois segundos e meio depois da decisão de compra, somos inundados pela dopamina", diz Márcia Tolotti, citando o hormônio responsável pela sensação de prazer. Por isso tanta gente compra mais do que pode e acaba se endividando. Avaliar a real necessidade da compra e não consumir por impulso são as formas de se evitar essa armadilha.

Agir em momento de tristeza ou raiva

- Duas emoções que fazem com que as pessoas ajam de maneira impulsiva são a tristeza e a raiva. "A raiva atrapalha o raciocínio e causa uma 'cegueira estrutural'. A tristeza faz com que a gente não dê muito valor para o que possui", diz Márcia Tolotti. Numa situação assim, diz a psicanalista, um investidor, pode, por exemplo, vender uma ação por um preço muito baixo.

Deixar-se levar pelo "efeito manada"

 - O efeito manada é percebido, por exemplo, quando uma pessoa se decide por um tipo de investimento porque viu que outras pessoas se deram bem. Nessas situações, o investidor pouco se preocupa em entender o mercado financeiro, porque tem certeza de que aquela empresa terá um bom resultado.

Boicotar-se

- Um investidor compra uma ação e estabelece que irá vendê-la quando o papel atingir um determinado valor. Mesmo quando esse valor é atingido, porém, ele não se permite ter essa recompensa. Em vez disso, decide adiar a venda, na expectativa de um valor mais alto que no fundo ele sabe que dificilmente será alcançado. "É uma espécie de autoboicote", diz Márcia Tolotti.

Agir baseado na culpa

- "A culpa é uma moeda muito cara", define Márcia Tolotti. Pais que tentam reparar sua ausência no dia a dia dos filhos comprando coisas para eles, por exemplo, estão agindo por meio desse sentimento, o que pode levar a um descontrole financeiro. É preciso parar e pensar se essa é a motivação de uma compra. Se for, evite-a.

Ser consumista

- Não há nada errado em consumir, diz a psicanalista. Mas é preciso saber diferenciar o consumo do consumismo, e fugir deste último. "O consumo gera conforto se eu consigo pagar e não tira minha capacidade de investimento no longo prazo. Sobre o consumismo a pessoa não tem controle: ele leva ao endividamento e prejudica a capacidade de investimento".

Publicado em economiauol

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domingo

Como fazer um diário terapêutico pra valer

O diário é um “recurso” muito antigo que infelizmente caiu em desuso, sabe-se lá porque, já que os nossos problemas e mazelas pessoais, existenciais, afetivas e emocionais, não arrefeceram, pelo contrario, ao que parece, radicalizaram, logo, o diário nunca foi tão necessário e oportuno como hoje.
Entretanto, quem já fez diário – como eu, ainda faço – tem histórias para contar sobre invasão de privacidade, ou seja, que um abelhudo (a) andou bisbilhotando sua intimidade. Portanto, o ideal é que procure um lugar isolado – seu quarto – para escrever, para não suscitar curiosidade e procure um local bem secreto para guardá-lo. Um diário não é algo que seja compartilhado, em hipótese alguma. Outra dica é não levá-lo na bolsa por aí, para a rua, escola etc., e ninguém precisa ficar sabendo.
           "Ninguém entende você. E, mesmo que entendesse, isso não vem ao caso. Por vergonha ou medo seus segredos vão continuar seus, guardados na memória e, no máximo, divididos com o travesseiro. Quem tem dificuldades para falar sobre os sentimentos e não se sente pronto para fazer uma terapia, muitas vezes, acaba sofrendo sozinho. Mas não deveria, porque existe um recurso barato e muito eficaz para trabalhar as emoções: escrever um diário.

"Um diário pode levar à reflexão e revelar como nossos humores oscilam. Assim, aprendemos a identificar nossas emoções e melhorar nossas respostas aos estímulos do dia-a-dia”, afirma o psicólogo Edson Laino, de Botucatu.

Quando confidencia seus desejos e suas frustrações ao papel, você entra em contato direto com suas sensações mais importantes naquele momento. Fazendo isso, encontrar uma saída para um problema ou arrumar um jeito de superar uma perda, por exemplo, acaba sendo mais fácil.

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sexta-feira

Como fazer para escolher o cão adequado para você e sua casa

Os cães, como quaisquer outros itens de moda, veem valendo pela marca, a etiqueta, já que como outras coisas se tornaram objetos de afirmação social, senão econômico/financeira, ou seja, mais um item de autoafirmação das pessoas.

Em nome disso, já que se escolhe o dito cujo pela marca ou “griffe”, o que muita gente encontra depois da euforia da compra, é com um sério problema em casa, e, não raro, acabam por descartá-lo, na rua mesmo.

Bem, se o lance era só ostentar, como outro produto qualquer o descarte é inevitável. Entretanto, se quer mesmo um cão, antes de escolher “a marca”, pense em suas características, do cão, nas suas próprias, e, sobretudo, no espaço onde ele vai morar, ou seja, a sua casa.

Esta regra, também, vale para quem vai adotar um cão abandonado ou de rua: a adaptação de suas características, com você e o seu espaço.

Leia tambem:
 Como fazer para controlar o xixi ou o ‘banheiro’ dos gatos 
 – Como fazer um frontline caseiro 
 – Como fazer para transportar seu cão com segurança para ele e para você 
 – Como fazer a limpeza do espaço de seus “pets” evitando o mau cheiro e alergias 
 – Como fazer para transportar seu cão com segurança para ele e para você 
 – Como fazer para evitar a queda dos pelos dos cães de forma natural
Cão ou gato? Não parece ser uma questão de opção simplesmente, mas, de gosto, não é verdade? Entretanto se você trabalha o dia todo e só chega em casa à noite, o gato seria a companhia ideal já que este costuma dormir de dia e preferir a noite, o que vai bem com você, ao contrario dos cães.

Se você mora em apartamento, pelo seu bem, o dele e o dos vizinhos, dê preferência a um cão pequeno, médio no máximo, e evite alguns hiperativos que são mais barulhentos e precisam gastar mais energia.

Como pode ver, estas dicas se destinam mais aos tais cães de “griffe”, já que é possível saber as suas características e tamanho final depois de adultos. Entretanto, pelo que se vê, a maioria das pessoas vem preferindo adotar os mestiços abandonados, encontrados e largados por ai, quando não dá para se ter uma ideia precisa sobre sua natureza e índole, e muito menos sobre o seu porte final, isso caso queira adotá-lo quando ainda pequenos.

A saída seria buscar informações junto aos veterinários das entidades para conhecer um pouco da sua historia e tipo provável de raça para inferir algo sobre sua índole e natureza.

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quarta-feira

Como fazer para evitar derramar o café ao transportá-lo na xícara


Existem tantos temas aparentemente insignificantes que são alvo de pesquisas científicas que até parece brincadeira.

Nesta, um engenheiro mecânico concluiu em pesquisa em uma universidade nos EUA, que para evitar derramar o café de uma xícara durante o seu transporte, basta não enchê-la muito. Pode? E o mais interessante é que os jornais divulgaram nas primeiras páginas, como fez o UOL/Folha por aqui, como uma descoberta realmente relevante. Garanto que muita coisa boa é feita por aqui que não recebe qualquer destaque.

Será mesmo que para se chegar a uma conclusão desta complexidade, é preciso ser pHD e ter livre docência em uma grande universidade?

Uma dica simples – até mais complexa, comparando com a complexidade da conclusão acima – é você colocar a colherinha dentro da xícara enquanto transporta, pois, a tensão gerada em torno  dela na superfície do café impede a formação de ondas que o levaria a derramar no pires.

Além disso, tem outra vantagem. A colher absorve o excesso de calor durante o transporte com o café chegando a uma temperatura mais amena à sua visita.

 A não ser que prefira levar tudo – xícaras, colheres, bule com café e açucareiro – para que a própria pessoa se sirva o que seria uma “coisa” mais chique, mas, “o que é do gosto é o regalo da vida”, como se diz. Não é verdade?
 
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segunda-feira

Como fazer para iniciar o dia com um bom ritmo de organização e cuidados

É um velho hábito que antes se aprendia na infância, não como uma “necessidade”, mas, como uma tentativa dos pais de nos incutir um mínimo de organização e ritmo para o cotidiano e para a vida. Entretanto, muitos de nós contamos com as nossas mães – com a melhor das intenções – para esta coisa tão simples como elementar e acabamos por sair perdendo.

Varias pesquisas e evidências atestam que algumas reações e/ou efeitos em nossas mentes e ritmos no cotidiano podem advir de um simples ato que não costuma levar mais do que 5 minutos: Arrumar a própria cama ao levantar.

Vale à pena conferir abaixo e, sobretudo, experimentar arrumar a sua cama ao levantar.

Arrumar à cama nos leva a começar o dia com algum tipo de ritual, quando ficamos mais propensos a ter ou levar um dia mais ordenado, tranquilo, calmo e com uma disciplina sutil.

Assim que arrumamos a cama adquirimos um ritmo e começamos a perceber naturalmente os fazeres e tarefas do dia a dia que tendem a se encaminhar com mais tranquilidade e eficiência.

É um ato que nos incute uma sensação de organização, ordem e beleza e bem estar em nossa casa, e, o que é surpreendente, acaba por nos induzir a uma noite de sono melhor ao chegarmos ao quarto à noite e nos depararmos com aquele cenário de harmonia e até beleza, porque não?

Parece tudo muito subjetivo ou fantasioso, mas, só fazendo para perceber, e crer.

Obs. Ao nos levantarmos deixamos a roupa de cama com alguma umidade e calor, o que convém esperar alguns minutos, tipo ir ao banheiro urinar, por exemplo, ou beber um copo d’água antes de arrumar. É o tempo necessário para ela esfriar e evaporar a umidade deixada por nossos corpos, o que, do contrario, levaria a um ambiente de proliferação e cultura de fungos e ácaros que tornariam a cama e o sono menos saudáveis.

Eu, pessoalmente, arrumo a cama, mas, não costumo cobri-la com colchas ou edredons, pelo menos em um primeiro momento.

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sábado

Como fazer para organizar a faxina e arrumação da casa


É uma boa referência para dar um trato na administração da casa e/ou do apartamento. Claro que cada caso é um caso, mas, a forma como está colocada ou feita dá uma boa orientação de como proceder, sobretudo para não sermos pegos de surpresa com o simples abandono da algumas funções, que só costumam chamar a atenção quando estão “pegando”.

Não custa dar uma olhada, e a partir dela fazer sua própria lista.

Todos os dias:

Jogar o lixo fora e limpar as lixeiras.
Limpar os banheiros.
Limpar a cozinha.
Lavar a louça.
Arrumar as camas.
Passar aspirador ou pano úmido no chão.
Limpar a sujeira dos animais domésticos.

Duas vezes por semana:

Lavar roupas (segunda e sexta).
Molhar as plantas.

Uma vez por semana:

Passar roupas.
Trocar a roupa de cama, mesa e banho.
Lavar calçadas e pisos.
Virar o colchão.
Dar brilho nas panelas.
Engraxar os sapatos.
Limpar objetos e quadros.
Tirar o pó dos eletrodomésticos.
Passar lustra-móveis nas peças de madeira.
Limpar estofados e tapetes.
Limpar forno, fogão,
micro-ondas e geladeiras.
Limpar a garagem.

A cada quinze dias:

Descongelar a geladeira.
Lavar os azulejos dos banheiros, cozinha e lavandeira.

Uma vez por mês:

Limpar as máquinas de lavar.
Limpar as janelas.
Limpar as paredes.
Fazer a faxina dos armários da cozinha, dos guarda-roupas e outros.

A cada seis meses:

Lavar cortinas e tapetes.
Trocar o refil do filtro de água.
Limpar ralos e sifões.
Lavar a caixa d'água.

Clique nos links (em azul), em cada tópico da lista ou esquema e vai encontrar informações, o como fazer ou dicas para facilitar e/ou melhorar a execução de cada tarefa específica.

Como vê, é uma lista detalhada que não deixa nada de fora, mas, como disse, pode servir como referência para você fazer ou organizar sua própria lista.

Com informações de: Pequeno Caderno de Dicas

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quinta-feira

Como fazer você mesmo um detergente multiuso eficiente

Embora não chegue a ser um produto tão caro, o detergente industrial trás em sua fórmula agentes químicos que provocam danos à água e ao meio ambiente. Logo, esta fórmula caseira tem a mesma eficiência na limpeza e é mais suave em seu efeito sobre o meio ambiente, isso além de lhe permitir personalizar e/ou adaptá-la ao seu gosto.

Você pode utilizar em qualquer tipo de situação ou limpeza em substituição aos produtos convencionais.
Como pode ver, os ingredientes são velhos conhecidos:
 – 1 litro de água morna (em torno de 45ºC); – Um acolher de sopa de vinagre; – Uma colher de sopa de amônia liquida (amoníaco); – Uma colher de sopa de bicarbonato de sódio; – Uma colher de sopa de bórax ou acido bórico (a venda em farmácias).
Misture tudo e guarde, de preferência, em um vasilhame de plástico.

Para aumentar a quantidade, utilize proporcionalmente os mesmo ingredientes.

Obs. Como todo e qualquer produto de limpeza e similares, ele deve ser mantido fora do alcance das crianças e dos animais domésticos.


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terça-feira

Como fazer velas artesanais e decorativas para qualquer ocasião


Embora já exista certa tradição no uso de velas na época do Natal e nas festas de fim de ano, as velas são itens que adicionam beleza e requinte à decoração em qualquer época ou ocasião.

Você mesma pode fazer as suas, e usando a criatividade inovar nas formas, tamanhos e cores, fazendo peças lindas e originais para a decoração de sua mesa e da casa.

Alguns ingredientes podem ser feitos ou providenciados por você mesma e os demais são encontrados em lojas do ramo e de artesanato em geral.

Vejamos:

 – Parafina em raspas;
 – Pavios artesanais parafinados ou barbante encerado;
 – Essência com aroma à sua escolha, se preferir pode ser sem cheiro;
 – Corante a base de água, também, se não prefere na ‘cor’ natural;
 – Colher de pau de cabo longo;
 – Uma panela grande que comporte outra menor ou uma tigela refrataria para usar no banho-maria para derreter a parafina;
 – Formas de forma se tamanhos variadas, a seu critério, para servir de moldes para as velas;
 – Palitos, tipo ‘picolé’, para segurar o pavio;

*Os itens 3 e 4 devem ser observados com o profissional na loja na hora de comprar, se são naturais ou se não têm qualquer efeito negativo para a saúde, já que irão se queimar dentro de  casa.

Mãos à obra:
Coloque a parafina em uma panela grande, leve ao fogo brando em banho-maria e mexa com a colher de pau.
Assim que ela derreter desligue o fogo. Vá mexendo de vez em quando até a parafina estar totalmente líquida.
Enquanto espera. Aqueça levemente as formas, se vidro louça, metal etc, imergindo-as em água morna, por exemplo.
Despeje a parafina nas forminhas, já com o pavio dentro e depois use os palitos para imobilizá-lo.
Obs. Você pode fazer experiências antes, tipo experimentando cores ou fazendo algumas pequenas para ter certeza que vai fazer tudo certo.

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