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quarta-feira

Como fazer a propagação de plantas anuais e hortaliças com facilidade


Embora o sucesso das floras e setores específicos em supermercados, e até shopping centers, continue de vento em popa, ainda tem muita gente que gosta, e prefere, colocar as mãos na massa, digo, na terra, e cuidar de suas próprias plantas e flores, inclusive em sua propagação e desenvolvimento.

Se é a sua praia, ou o seu caso, vai encontrar abaixo um passo a passo de como fazer a propagação de plantes e hortaliças sem dificuldades.

Vejamos!
“1 – Qualquer recipiente pode ser usado como sementeira, desde que tenha pelo menos 15 cm de altura. No caso de caixas de madeira, preencha as frestas com pedriscos. Isso impede que o substrato escape e facilita a drenagem.
2 – O substrato ideal para a semeadura deve conter partes iguais de terra comum de jardim, composto orgânico e areia de construção. Peneire muito bem todas as partes utilizadas.
3 – Em seguida, mexa tudo, com as mãos ou com uma pazinha, até conseguir uma mistura homogênea. Preencha então a sementeira com o substrato formado com a mistura.
4 – Para que a terra preparada fique bem distribuída, passe uma régua nas laterais da sementeira.
5 – Em seguida, amasse (a terra tem de ficar firme e não compacta) com uma tábua ou algo semelhante.
6 – Se as sementes forem pequenas, espalhe-as com a mão, na superfície do substrato.
7 – Já as sementes que se parecem com um pó fino devem ser colocadas em um papel, para depois deixar que caiam distribuídas nas linhas previamente sulcadas.
8 – Se elas forem um pouco maiores, semelhantes a grãos, proceda da seguinte forma: com um lápis, faça furinhos distanciados cerca de 4 ou 5 cm entre si, em linha reta, com a ajuda de uma régua. Os furos devem ter uma profundidade de 3 vezes o diâmetro da semente. Depois é só colocar uma semente em cada um dos furos.
9 – Após a semeadura, distribua uma fina camada do mesmo composto sobre as sementes e, em seguida, molhe o solo, usando um borrifador de água.
10 – Quem não tem estufa pode improvisar uma. Para isso, disponha 2 pedaços de madeira — um de cada lado da caixa. Eles vão servir de suporte para o vidro, que deve ser colocado em cima das ripas, em seguida.
11 – Só então, cubra com uma folha de jornal, papel “craft” ou algo do gênero. É que embora necessitem de calor, as sementes não podem ficar expostas ao excesso de luz.
12 – Uma outra forma de conseguir o efeito de uma estufa é prender dois pedaços de arame na própria terra, cruzando.
13 – Cubra a armação com um plástico e coloque-a em local protegido e com baixa incidência de luz. Feito isso, molhe a sementeira com borrifadas pela manhã e à tarde.
14 – Para ser transplantada, a muda deve estar com 5 ou 6 folhinhas, o que ocorre em cerca de 30 dias. As plantinhas mais frágeis ou danificadas não devem ser aproveitadas.”
Como vê, dicas assim são um grande estímulo para você mesmo cuidar de suas plantas e hortaliças, o que, sabemos nós que gostamos, não chega a ser nenhum trabalho, já que nutrimos grande prazer em fazer e curtir os resultados.

Uma boa ideia para propagar pratica tão prazerosa como se dedicar e cuidar de plantas, seria presentear amigas (os) com mudas e dicas, que possam estimular mais gente a cultivar, não só as plantas, é claro, mas, este habito maravilhoso.

Com informações de plantassonya

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segunda-feira

Como fazer para evitar 5 erros imperdoáveis na hora de lavar a roupa

Estes itens abaixo são dicas importantes se você quiser conservar suas roupas com boa aparência, qualidade e beleza por mais tempo.

Lavar roupa não se resume, apenas, em lançá-las todas à máquina e deixar que a dita cuja dê conta do recado sozinha. Entretanto, se quiser conservar suas roupas em bom estado por mais tempo é bom se ligar em algumas coisas que deve fazer, ao lado de outras que nunca deve fazer.

Então vejamos!

1 – Não misture roupas pessoais com outros panos da casa. Tipo panos de prato e outros, como os de limpeza, por exemplo.

A qualidade da “sujeira” é outra, e não seria nada higiênico colocá-las no mesmo balaio, digo, na mesma lavagem na máquina. Como disse, a “qualidade” da sujeira é outra e cada uma carece de produtos ou de tempo de lavação diferentes para ficarem como devem ser: limpos, isto sem falar que a convivência na mesma lavação danificaria peças mais delicadas de suas roupas pessoais.

2 – Não misture roupas muito sujas, tipo aquelas com as quais as crianças “brincaram lá fora” e as deixaram em estado lastimável de sujeira, com roupas mais limpas e delicadas que necessitam de uma lavação mais superficial, mais leve.

Se misturar, as duas saem prejudicadas. Uma “ofendida” pelo excesso de sujeira, e a outra mal lavada, com manchas de sujeira, decorrente da “delicadeza” da lavação inadequada.

3 – Não coloque na mesma máquina as roupas de cor com roupas claras ou brancas. Além das grandes possibilidades de as brancas saírem manchadas, elas tem tempo para ficarem de molho diferentes. As coloridas só podem ficar por alguns minutos, enquanto as brancas podem ficar de um dia para o outro.

4 – Como dito acima, jamais deixe as roupas de cor de molho por mais que alguns minutos, pois, elas vão descorar e perder o viço e a beleza, ficando com “cara” de roupas velhas e surradas.

5 – Ao colocar o sabão, atenha-se ao que vem nas orientações junto com a máquina, seguindo à risca as especificações sobre quantidade, pois é um grande equívoco achar que quanto mais sabão melhor, ou mais limpa vai ficar a roupa.

Atente, também, à quantidade quando fizer uma lavação avulsa, em um balde, por exemplo, e coloque o sabão suficiente, adicione a água e mexa com a mão para formar espuma. É o que deve fazer com as suas roupas mais delicadas e que ficariam danificadas e feias caso enfrentassem todo aquele agito da máquina de lavar roupas.

Observando estas regrinhas básicas você vai ter suas roupas mais conservadas e bonitas por muito mais tempo.

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sábado

Como fazer uma casinha de bonecas de madeira para as crianças

Não obstante a onda que vem acometendo a criançada de qualquer idade, mesmo aquelas que ainda nem falam, com o uso de celulares, estimular os brinquedos e brincadeiras tradicionais, ainda é uma grande iniciativa para a sua educação.

Em função disso é preciso tomar a iniciativa e propor ou propiciar oportunidades, e brinquedos, é claro, que, com certeza vão fazer a festa da criançada e jogar os celulares e eletrônicos para escanteio.

É o que propõe este pequeno projeto de uma casinha de bonecas para crianças, um espaço só seu e que vai estimulá-las a desenvolver brincadeiras outras associadas. Ela vai preservar algo de autonomia, já que vai ser feita em área afastada da casa, de preferência, no quintal, por exemplo, o que vai ser um fator adicional na curtição das crianças.

É uma estrutura de madeira com as dimensões 1,20 m de comprimento por 90 cm de largura e 1,35 m de altura, o que pode ser adaptado à vontade e/ou necessidades das crianças, o número delas, por exemplo.

Você vai precisar de:
- Madeira
- Serra tico-tico para cortar – abrir – a porta e janelas. Faça um furo inicial para a serra com a furadeira, quando for “abrir” as janela
- Furadeira 
- Martelo
- Pregos e/ou parafusos
- Dobradiças
- Trincos – dois para as janelas e dois para a porta
- Lona ou telha para revestimento do telhado
- Tinta e pincel
Você pode utilizar tábuas de compensado encontrada em qualquer madeireira, quando pode até já trazê-las cortadas nas dimensões exatas, já que a peça é grande e de difícil transporte para um carro convencional.

Continue lendo, aqui.

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quinta-feira

Como fazer para escolher – e cuidar – as plantas para dentro de casa

É um ponto interessante e que não recebe a atenção devida, ou nenhuma atenção. Qual a planta que se dá bem dentro de casa, que se desenvolve bem e fica bonita, dando aquele ar, aquela atmosfera, mais natural ao ambiente.

Provavelmente isto, o pouco interesse, ocorre em função de uma onda que acontece com muitas coisas nos dias de hoje. A cultura do descarte. É que, no caso das plantas, as empresas que “mexem” com isso criam plantas super-turbinadas – cheias de químicos, “anabolizantes” – que as deixam superbonitas, no auge da forma, nos mostruários de floras e revendas.

Daí você leva pra casa, curte tudo o que ela pode dar, e, depois… É como vemos muitas vezes pelas ruas da cidade, junto aos sacos de lixo a espera do lixeiro, ela ainda inteira, com um visual “mais ou menos”, e “sem o brilho e beleza de outrora”.

Daí e só trazer outra na próxima vez em que formos à flora ou ao supermercado.

Bom e prático, não? É verdade! Sem ironias.

Tem a vantagem de dispensar todas elucubrações como as que faremos abaixo, além da trabalheira de plantar, cuidar…

Mas, se você gosta de plantas no sentido usual: escolher, plantar, replantar, molhar… Estas coisas todas, e ainda por cima sente prazer nisso, tem umas dicas de como escolher as que se dão melhor em ambientes fechados e com pouca luz, sobretudo.

Todas as plantas precisam de sol, o que não quer dizer sol direto. Tem aquelas da sombra, da meia sombra, e, claro, a grande maioria que prefere sol direto.

Dentre as que pode utilizar em ambientes fechados, à sobra ou meia sombra, destacamos algumas sugestões para você.
 
Folhagens como Filodendro, a Avenca, o Comigo-ninguém-pode, a Jiboia, a Maranta Tricolor, além daquelas com flores, como o Antúrio, o Lírio da Paz, a Clívia, a Ciclame, Violetas, e alguns tipos de palmeiras menores como a Palmeira Rafis e a Areca Bambu, e, temos, ainda, as lindas suculentas.

Elas precisam de luminosidade, mas prescindem da luz direta do sol para se desenvolverem. O solo deve estar sempre úmido, não encharcado – use o recurso do dedo no solo para conferir se está úmido – e utilize algum tipo de forração, cascas de madeira e outras que deve encontrar em floras – sobre o solo, o que ajuda a preservar a umidade.

No mais, é como toda planta. Carinhos e cuidados!

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terça-feira

Como fazer para recuperar e proteger seus móveis de madeira em função da umidade

Nem todos os moveis que “frequentam” as áreas externas têm aquele visual de móvel de beira de piscinas, ou seja, tem tratamento e revestimento para se “defender” do sol e, sobretudo, da umidade, são móveis comuns, muitos deles envernizados, de “cores variadas”, e que vão adquirindo aquele visual, cheio de manchas, que pode deixá-lo(a) meio constringido(a) quando chegam certas visitas.

Não quer dizer que sejam apenas aqueles de áreas externas.

Logo, a saída é dar um trato nos ditos cujos e cuidar para que resistam “firmes” aos ataques da tal da umidade.

Não, não é pintura!
 
A saída para preservar não só a aparência mais natural, envernizados, e proteger os seus móveis é utilizar algum produto impermeabilizante, ou seja, um hidro repelente, que são aqueles que não “gostam” da água e a repelem.

É o caso da cera de carnaúba, um produto natural, que não costuma “brigar” com a cor, também, natural da madeira, embora possa, com o uso continuado, dar-lhe uma leve escurecida, mas nada que não possa ser corrigido por você.

Se o seu móvel já está cheio de manchas provocadas por utensílios molhados colocados sobre ele ou com respingos de água, a saída é dar um leve lixada – lixa fina – passar a cera de carnaúba, quando deve voltar a fazer isso, passar a cera, uma vez por mês.

Com o tempo, como falamos acima, sobretudo, a depender da cor de seu móvel, a madeira vai escurecendo um pouco em função de certo acúmulo da cera, daí é só dar uma lixada, de leve, e passar a cera novamente.

Você encontra a cera de carnaúba em lojas ou casas que vendem madeira ou produtos para madeira e/ou marcenaria. Lá você pode encontrar, inclusive, algumas variações, que são as ceras misturadas com outros produtos, como parafina, cera de abelha e outros. Converse com vendedor e explique o que pretende fazer.
 
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domingo

Como fazer para limpar e conservar seu fogão e toda a 'família inox'

O inox praticamente tomou de vez as cozinhas, não é verdade? Não se contentou em dominar os “moveis" como fogões e pias, mas invadiu os armários e se apossou das panelas, bandejas, assadeiras e tudo o mais.
Quem não gosta?

Entretanto ele tem algumas particularidades quando se trata de limpeza e manutenção, para que não acabe com aquele ar detonado, feio.

É o caso da “mesa” do fogão em especial e da pia, mas, vai encontrar abaixo, dicas de como dar um trato em toda a “família inox”.

Então, vejamos:

A limpeza normal deve ser feita com água, sabão neutro e uma esponja de náilon, macia, depois de cada uso.

Para remover gorduras e manchas mais resistentes, faça a limpeza utilizando detergente comum.

Atenção: Nunca utilize esponja de aço comum na limpeza dos componentes de inox do seu fogão, de pias, cubas, enfim qualquer objeto de inox, porque além de arranhar, ela deixa minúsculas partículas que podem vir a provocar manchas, que não saem nunca mais.

Você pode também usar na limpeza mais pesada um pouco de bicarbonato de sódio umedecido com um pouquinho de vinagre de maçã. Lavar normalmente e secar com um paninho macio.

Manchas de água em inox – utilize álcool ou vinagre branco.

Para tirar riscos – passar um pano macio, embebido em fluido de isqueiro, sobre os riscos, esfregando delicadamente. Repetir a operação se necessário e depois dar brilho com uma flanela.

Nunca usar materiais abrasivos como palhas de aço, saponáceos, etc.

Após a lavagem, passar pano com álcool para devolver brilho natural ao aço inox.

Se o inox estiver velho, opaco – lave com sabão em pó (esta dica serve para qualquer peca de inox).

Não há nada melhor para limpar as peças em inox que esfregá-las com bicarbonato de sódio umedecido com um pouquinho de vinagre de maçã

E se você tiver panelas de inox – uma pouco de farinha de trigo numa flanela e passe delicadamente na panela, é ótimo polidor para panelas de inox.

Como vê, não é nada de tão complicado assim e que vai garantir a aparência e a vida útil de suas peças.

Com informações do portal do cidadão/senado

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sexta-feira

Como fazer para organizar e tornar mais 'acessivel' a sua bilbioteca

É um conjunto sugestões ou dicas que, é claro, não vai atender ou satisfazer as peculiaridades de cada um, mas, no geral visa colocar um pouco de “ordem” no espaço, facilitando, sobretudo, o acesso e/ou uso.

Uma biblioteca, como a própria casa, é uma espécie de extensão ou espelho do dono, logo, dê uma conferida nas sugestões abaixo para se inspirar e fazer do seu jeito.

1. Livros podem estar agrupados por gênero (romances policiais, literatura latino-americana), por autor ou por ordem alfabética (de nome ou de título). Mas você precisa descobrir como se sente melhor para procurar e encontrar sem demora os seus livros.

2. Livros de arte, como fotografia, dão volume e são sempre um prazer ao alcance dos olhos. Dê movimento à sua estante escolhendo alguns deles para deixar com a capa à mostra.

3. Livros com a capa danificada pedem encadernação nova – menos que se trate de uma raridade. Há quem encape vários livros com papel de uma mesma cor para dar à estante um aspecto mais organizado.

Mas os verdadeiros amantes de livro ficam de cabelo em pé ao ouvir isso. Assumir que os livros têm cores e tamanhos diferentes, é mais rico, sincero e benéfico para a sua decoração.

4. Coloque alguns volumes deitados e outros de pé. Essa disposição dá movimento à estante. Evite a monotonia.

5. A profundidade ideal para uma estante de revistas é de 25 cm. Uma medida maior deixaria um espaço vazio bom para acumular pó. Já os livros de arte pedem 35 cm. Deixe 40 cm de altura entre uma prateleira e outra – assim você acomoda desde pilhas de revistas até as edições maiores.

6. Empilhe as revistas por título, em ordem de lançamento – assim, a mais nova sempre estará em cima.

7. Revistas de assinatura mensal não devem formar pilhas de mais de três anos (36 exemplares). A consulta fica muito complicada.

8. As edições mais antigas precisam ceder espaço às mais novas. Faça uma doação. Em escolas e hospitais elas são sempre bem-vindas.

9. Edições avulsas podem ser agrupadas. Se possível faça o agrupamento respeitando o tamanho e o assunto de que elas tratam.

10. Porta-retratos, bolas de vidro e outras peças queridas trazem equilíbrio quando dispostas junto aos livros. Agrupe os itens semelhantes e observe a simetria: se há um nicho com porta-retratos de um lado, faça um nicho de volume parecido do outro – com livros ou uma caixa.

Como vê, é um conjunto de ideias e/ou sugestões para usar como referências na hora de dar um trato, uma arrumada, em sua biblioteca, tornando-a mais ágil, ou seu acervo mais acessível.

Publicado originalmente em Coluna do Leitor

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quarta-feira

Como fazer um belo e criativo edredom à mão

Este e um trabalho em que muito mais que um resultado rápido, eficiente, prático e outros adjetivos do gênero, deve prevalecer o espaço e a oportunidade à curtição, ao prazer de retornar a uma prática antiga, que já se perdeu em meio a tanta tecnologia, máquinas e, sobretudo, tanta pressa e até certa exigência por resultado. 
 
Se bem que aquilo que se vê e se compra pronto por ai…

Sabemos bem que a qualidade do que se vê e se compra pronto por ai deixa muitoooo… a desejar.
Em suma, é um belo exercício de prazer!

Você pode usá-lo para cobrir a cama, como uma tapeçaria ou manta no sofá ou poltrona, a depender do tamanho que resolva fazer, ou mesmo para aconchegar-se com ele nas noites frias enquanto curte suas coisas.

Materiais necessários
  • Tecido, de preferência 100% algodão
  • Tesoura
  • Agulha
  • Linha de costura (um pouco mais grossa do que a maioria das linhas)
Se pretende usar algum item ou tecido que tenha algum significado especial para você, como lenços e roupas de bebê, faça um teste de esforço e resistência, antes de usá-lo no edredom.
  • Mantenha seus pontos uniformes – na medida do possível iguais – e não mais do que 2 a 3 milímetros de comprimento para dar mais firmeza e obter melhores resultados estéticos, inclusive.
  • O artigo fonte faz referência a um “quadro” que seria um tipo de moldura na qual você prenderia o edredom alinhavado, para acertá-lo antes de começar a fazer a costura final. Como não sei se seria possível adquirir algo assim, talvez possa substitui-lo esticando-o levemente sobre uma mesa grande, ou mesmo em seu colchão – retire os lençóis antes de prendê-lo –o que teria o mesmo efeito.
  • Use fio, linha, em cor que combine com o tecido para não dar muito contraste, a não ser que prefira tornar a cor um item diferencial em seu trabalho.
  • Se prefere, ou se sentir mais segura, comece com uma colcha menor para pegar o jeito ou uma tapeçaria decorativa em vez de uma colcha grande para cama, por exemplo.
Em tempo:

Convém ficar ligada, atenta, durante o trabalho com as agulhas, sobretudo, além de tesouras, já que vai manuseá-las por um bom tempo, para evitar pequenos acidentes.

O passo a passo, que torna tudo muito mais tranquilo e fácil, você encontra neste link, aqui. Clique e aproveite esta boa ideia.

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segunda-feira

Como fazer para remover manchas de líquidos em moveis e peças de madeira

Manchas em móveis é, como se diz, “uma figurinha carimbada”. Quem não tem algumas em casa? Por mais que saibamos sobre a inconveniência de se colocar objetos molhados, ou gelados, sobre a superfície de móveis. Sempre acontece!

Na maioria das vezes elas são bem superficiais e deixam um esbranquiçado, que chama a atenção de longe comprometendo o visual do seu móvel. Mas, nestes casos o “dano” se resumiu ao revestimento, ao verniz ou similar e vai ser fácil corrigir.

Entretanto, se a mancha é escura o problema se complica porque o líquido foi além da superfície, além do revestimento e atingiu madeira. O trato fica mais difícil, mas, o mais importante é que, também, tem jeito.

É o que vai conferir com os procedimentos abaixo, como restaurar a superfície de seu móvel nos dois casos.

Para as manchas mais superficiais será suficiente você passar um pouco de lustra móveis ou o popular óleo de peroba, esfregando no sentido dos veios da madeira. Na maioria dos casos a mancha some imediatamente.

Se a mancha é mais resistente e não sair na primeira tentativa, tente novamente depois.

Se mesmo assim continua a resistir, é porque ele está mais profunda. Neste caso pegue um pano úmido e coloque sobre a mancha e passe um ferro quente, limitando-se apenas à superfície da mancha, por 10 minutos.

Feito isso, espere esfriar, confira o resultado e se satisfatório, faça o polimento com o lustra móveis.

Esta é a técnica que deve aplicar, também, nas manchas mais profundas e escuras, ou seja, em todas as manchas resistentes.

Se mesmo assim a mancha persistir, a saída será a sua remoção com uma lixa fina (Nº 320 e depois 400) limitando-se a lixar apenas a área atingida, e depois restaurar a superfície com um revestimento – verniz sintético ou o revestimento natural – a depender do que foi aplicado no restante do móvel.

Se o móvel é escuro e sem o brilho excessivo do verniz sintético, com um visual meio vintage, antigo, use o extrato de nogueira, um produto natural e eficiente, quando pode conseguir o tom adequado àquele do restante do móvel.

Você vai encontrá-lo em lojas de tintas ou casas do ramo. Para aprender como preparar e usar ou confira aqui.

É isso, a saída é como falamos no princípio, não fazer a tal da mancha, o que, convenhamos, não é fácil.

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sábado

Como fazer para garantir mais higiene e eficiência ao lavar a louça

Acho que este é um item nas atividades da dona de casa que costuma “pegar” um pouco, porque é uma atividade tão antiga, trivial no cotidiano da casa, sobre a qual pouco se pensou ou elaborou sobre ela, logo, ela é feita naturalmente e, grosso modo, sem critérios de qualquer tipo.

É o tal de lavar vasilhas, como se diz. É, lavar a louça ou outras expressões diferentes para a mesma coisa.

Embora ela seja em si mesma uma atividade de limpeza, de higiene, não é o que sempre acontece em função de alguns pequenos cacoetes ou hábitos arraigados.

É o caso da bucha, por exemplo.

É comum passar a bucha com o sabão ou detergente diretamente sobre o utensílio ou louça suja, enchendo-a de restos de alimentos e detritos de todo tipo, para depois deixá-la lá, em algum canto da pia com um caldo de cultura radical para a proliferação de bactérias – mesmo que seja uma lavaçãozinha rápida – para depois voltar a lavar, e disseminar, bactérias nas próximas.

Observe a bucha depois de lavar toda a louça.

Uma medida simples para evitar isso, é você fazer uma pré-lavagem sob a água da torneira, usando apenas as próprias mãos, e só depois proceder a lavação com a bucha e sabão.

Parece que dá mais trabalho – dois trabalhos – mas, na realidade reduz o trabalho, agiliza o seu trabalho e garante a higiene e a saúde sua e da família.

Terminado o trabalho, a bucha deve ser lavada, se possível deixada um pouco ao sol, e guardada longe do sabão ou da caixinha sobre a pia. Uma alternativa é esterilizá-la no micro-ondas – cubra com papel toalha – ou use a água sanitária.

Mesmo assim, você deve trocar a bucha de sete em sete dias – uma semana. Em função disso, você não precisa comprar nenhuma bucha cara, uma “top de linha”, já que não vai usá-la por muito tempo.

Ao descartar você pode deixá-la para lavar outras coisas na casa que não a louça.

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quinta-feira

Como fazer um gaveteiro simples e fácil reutilizando gavetas descartadas

É uma ‘pecinha carimbada’ a tal da gaveta, que a toda hora vemos pela cidade em contêineres ou mesmo empilhadas junto a um poste qualquer esperando a turma do reciclável ou mesmo do lixo.

Isso deve atestar a “alta” qualidade dos móveis que se encontram à nossa disposição nas lojas do ramo, que só faltam trazer um selo de “descartáveis”.

Mas, para quem gosta de colocar a mão na massa, é um prato cheio para exercitar a criatividade na elaboração de novos móveis e usos, já que, sabe-se lá porquê, ao contrário dos móveis que as continham, elas, as gavetas, estão sempre em bom estado de conservação.
Dentre outras inúmeras ideias de reutilização esta, também, pode ser uma boa, sobretudo por ocupar um “espaço morto”, ou geralmente não utilizado, e com uma capacidade de guardar ou receber “coisas” muito grande, e, o melhor, discretamente. 
Veja também: Como fazer um gaveteiro original reaproveitando gavetas descartadas
É como mostra a imagem.
O desafio é encontrar aquelas que caibam bem sob a cama, já que elas vêm com o adicional das rodinhas. As rodinhas são “uma mão na roda” como se diz, pois facilita o uso rápido e eficiente, além da limpeza do espaço sob a cama.
Algumas podem, ainda, ficar com a “tampa” – parte frontal – apoiada na borda da cama enquanto outras podem “submergir” sob ela sem perder a funcionalidade.
Como a base das gavetas é frágil e não vai comportar pregos ou parafusos na fixação das rodinhas, você pode colar, usando cola de madeira, que fica muito bem. Eu fiz assim e ficou ótimo.

Então! Faça um teste, pois, além de ‘barato’ é muito fácil de fazer.

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terça-feira

Como fazer para personalizar um livro para presentear crianças

Bem, a ideia não se limita a crianças no sentido etário, já que estas coisas, a criança que insiste em permanecer em algum canto escondido de cada um de nós, costuma gostar, também, independente do tempo, da idade.

Como vê na imagem, é simples.

Neste link, aqui, vai encontrar como fazer os tais carimbos. Simples e fácil!

O único inconveniente seria o de impedir que o presenteado possa trocar o livro, o que, convenhamos, apesar de ser uma prática relativamente comum, não é nem um pouco elegante ou amigável, não é verdade?

Então, clique no link e confira. Os carimbos podem ter inúmeras outras utilidades.

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domingo

Como fazer para deixar sua tábua de passar roupas de cara nova

Preservar “a cara” de uma tábua de passar roupas por muito tempo é, simplesmente impossível, não é verdade? Parece que “um monte de coisas” conspira para que ela vá ficando com aquela cara, que até hesitamos em colocar alguma roupa mais transada, sobretudo se for nova e clara, sobre ela para passar a ferro.

Então, o que fazer para garantir a sua longevidade e funcionalidade por mais tempo ou por tempo indeterminado e com a cara boa?

Tem aquelas medidas rápidas que funcionam, mas, que, a depender da forma comprometem tanto a funcionalidade como o visual. São as famosas capas, inclusive as térmicas.

A ideia é comprar uma exatamente do tamanho de sua tábua, tire as medidas exatas antes de ir às compras, e fixá-la bem justinha para não atrapalhar na hora de passar com suas folgas e dobras, além de ficar feio se deixar 'aquilo' amontoado sobre ela.

Entretanto, se quiser uma solução definitiva, é só colocar uma capa fixa. Se for sua opção, o ideal é que retire, com todo o cuidado, a capa velha – suja ou rasgada/queimada – e pregue a nova.

Vai precisar do tecido. O ideal é o “aflanelado”, por ser de algodão, macio, e um pouco mais grosso do que o tecido convencional.

Para fixação, o recomendável seriam os tais grampos de tapeceiro com o respectivo grampeador, mas, como eles não andam dando sopa por aí e nem vai comprar um só para este 'servicinho', temos uma alternativa viável.

São as taxinhas de metal que encontra fácil nas casas do ramo. Compre as tachinhas de tamanho médio. Converse com o vendedor sobre o que pretende fazer com elas.

Daí só vai precisar de um martelo.
1. Corte um retângulo de tecido do tamanho da tábua mas deixe uma margem de uns 6 cm para cada lado.
2. Apoie a tábua numa mesa ou no chão, de “barriga pra baixo”, centralizada no tecido.
3. Dobre as margens para dentro fazendo uma bainha, para evitar que o tecido desfie.
4. Vá pregando ao longo da borda, tomando o cuidado para manter o tecido bem esticado, sem dobras. Mantenha um distancia considerável entre as tachinhas, de maneira que o tecido não corra o risco de se soltar ou folgar com o uso.
Periodicamente se certifique que o tecido esteja bem esticado sobre a tábua, na área que interessa, evitando dobras, e embaixo qualquer tipo de folga.

Pronto!

Sua tábua de passar está novinha e pode até “desfilar” sem ter que ficar escondida atrás das portas quando chega uma visita.
  
Em tempo:
1_Uma ideia adicional é você comprar uma capa térmica e utilizar toda vez que for passar uma grande quantidade de roupas;
2_ Não deve deixar a tábua aberta, e exposta, quando não estiver usando. É um chamariz para receber todo tipo de objetos que, rapidinho, vai sujar, detonar a sua capa nova, e assim até comprometer a função dela para passar algumas peças de roupas mais delicadas.
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sexta-feira

Como fazer uma bela mesa com uma bobina de cabo

Como pode ver na imagem esta ideia vai além de muitas outras semelhantes de aproveitamento de bobinas de cabo em móveis versáteis e bonitos.

É que ela adiciona um detalhe aos já existentes, que é a “escultura” do pé. É isso, a escultura do pé, já que antes o pé significava a própria preservação de parte integral da bobina, como pode ver nesta imagem abaixo. 
Ao examinar a bobina vai constatar que os dois extremos são formados por dupla camada de madeira, detalhe que vai garantir a estabilidade da estrutura, que, como sabe é pesada. Para isso, ao cortar, esculpir o pé, cerifique-se que escolheu as áreas mais firmes e intactas antes do corte, e mesmo assim reforce a estrutura com cola e parafusos, caso sinta que pode ser uma boa ideia.

Use a serra tico-tico para fazer o corte e garantir a curvatura e os cantos arredondados nos pés, como vê na imagem. Se não tem serras de tamanho suficiente para o corte das duas camadas de tábuas, procure no comércio especializado – onde vendam ferramentas – para adquirir a serra apropriada para garantira a qualidade do corte e a preservação da madeira. Meça a espessura exata das tábuas juntas que vai cortar, e com este dado em mãos informe-se com o vendedor antes de comprar.

Da mesma madeira, os retalhos que sobrarem, corte os quatro quadrados que completarão os pés, como pode ver na figura. Cole e parafuse para se certificar que vão aguentar bem a estrutura da mesa, no que se refere a peso, estabilidade e equilíbrio.

A depender do piso onde for colocá-la, você pode revestir os pés com algum material, tipo retalhos de carpete, por exemplo, para se cerificar que não vão danificar o seu piso em caso de ser arrastada, outra opção é colocar rodinhas de tamanho maior para aguentarem o peso – veja com o vendedor na loja antes de comprar –, para isso o ideal é que leve, também, o peso da bobina.

Para completar a sua obra-prima, lixe, dê-lhe uma mão de verniz ou tinta em cor de sua preferência e faça o revestimento em retalhos de azulejos, formando mosaicos, como mostrado na imagem acima, que você confere o como fazer, aqui.

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quarta-feira

Como fazer um coador de pano, simples e fácil

Falando assim parece até que é difícil, não é verdade? Não, não é difícil, mas para você fazer um coador decente, certinho e que não lhe deixe na mão antes da hora, é preciso usar um pouco de critério e cuidado.

Primeiro você precisa do aro. É, o aro de metal, arame grosso, com o cabo, que você pode até ter um por aí de antigos coadores.

Se não tem, não é difícil providenciar um. Por exemplo. Você pode pegar um daqueles cabides padrão, o mais comum é preto, ou revestido com plástico preto, daqueles que costumam vir de lavanderias, e fazer o seu aro.

Faça uma circunferência de uns 30 centímetros – diâmetro – e, a título de cabo, faça uma dobra na mesma peça de arame, de uns 10 centímetros (imagem).

Como pode ver na imagem, a haste do cabo está solta o que não é uma boa ideia, pois fragiliza a estrutura facilitando a “fuga” do coador e reduzindo a sua vida útil, inclusive na hora de lavar.

Use um alicate e prenda esta ponta ao círculo, aro, fazendo uma pequena dobra que o deixará mais firme.

Vai precisar de:
  • Um retalho de flanela branca. O mínimo que vão lhe vender na loja será meio metro, que vai dar para você fazer um estoque de coadores, uns 4, ou para dar de presente,
  • Linha,
  • Agulha,
  • Máquina de costura.
Corte um retalho retangular de 28 cm por 18 cm, dobre, de maneira que a parte felpuda fique para fora no final, alinhave o contorno ou o “triângulo” do coador. O formato pode ser triangular – pontudo – ou com uma base um pouco mais larga. O pontudo facilita quando for coar o seu café direto em uma garrafa térmica, por exemplo.

Feito isso, passe na máquina, tomando o cuidado de repetir a costura por três vezes sem romper a linha.

Na sequência arremate a costura nas duas bordas e faça o corte, deixando, aproximadamente meio centímetro de folga.

Vire pelo lado direito e arme no aro/cabo, alinhavando precisamente – tome cuidado especial nas áreas das costuras, pois, pode ficar alguma folga que vai deixá-lo torto (é até comum encontrar coadores à venda no mercado com este defeito).

Confirmado que ele está perfeito – faça o teste – comece a costura definitiva, à mão, de preferência duas vezes e dobrando o tecido para dentro – já na hora do alinhave – como se fosse uma bainha, para evitar que o tecido se esgarce e solte, sobretudo quando for lavar.

Agora, coloque-o para ferver com a borra do seu último café para “curá-lo”, daí é só esperar ele ficar com um tom bege escuro.

Pronto! Agora é só partir para um cafezinho inaugural ou um belo “pingado”!

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segunda-feira

Como fazer para amaciar as portas e evitar ruídos desnecessários

Vivemos em um mundo cada vez mais barulhento, que vamos ficando insensíveis aos pequenos barulhos ou ruídos no nosso cotidiano, às vezes nem tão pequenos assim.

É o caso do cachorro do vizinho, ou do seu, que late para espantar os seus fantasmas, o “zum zum zum” dos carros na rua, a depender onde mora, e por aí vai. Situações onde, quase sempre, você não pode fazer nada.

Entretanto, alguns barulhos domésticos à noite, que aparecem bem mais à noite, quando abrimos e fechamos portas, por exemplo, provocam sobressaltos e interrupções no sono de forma desnecessária e pouco saudável.

Leia também:
Como fazer para resolver os problemas das portas
Como fazer para desemperrar as fechaduras
Estes você pode resolver.

Observe o encaixe da porta no portal – a aba onde ela encosta ao fechar – e aproveite para identificar se ela “bate” mais fortemente em algum ponto e marque estes pontos. É o que acontece caso esteja meio empenada ou já tenha vindo com algum defeito de fabricação, que raramente percebemos.

Estas batidas costumam acontecer com frequência nas “portas de ferro/vidro”, quando, mesmo sem problema algum de empeno ou mal formação, costumam bater pra valer.

Tanto para o primeiro caso, portas de madeira, como para as últimas de ferro, tem um jeito simples para resolver, “amaciando” as portas.

Para isso, nas portas de madeira, cole tiras de feltro – 2 a 3 cm – com cola comum nestes pontos que identificou e deixe secar. Faça isso com todas as portas da casa.

Já para as portas de ferro, basta que coloque o feltro em baixo, no meio e no alto, que serão suficientes para amortizar as batidas.

Vai se surpreender com a “nova maciez” das portas em sua casa e os seus ouvidos e sono agradecem.
Aproveite e observe se as dobradiças ou fechaduras não estão precisando de um pouco de lubrificação. Veja aqui, como resolver.

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sábado

Como fazer um avental padrão e adicionar proteção e beleza em sua cozinha

É, o “beleza” parece meio fora… Mas você há de convir que o avental além de proteger suas roupas em suas lides na cozinha, sobretudo, rápidas ou eventuais, quando não está vestida a caráter para o trabalho, e além disso dá um visual ou um ar mais elegante, bonito, mesmo, o que não deixa de ser uma boa coisa, ainda mais se é surpreendida por visitas inesperadas. Isso sem falar aos olhos do parceiro.

Acima você tem um passo a passo, é só clicar na imagem para ver com mais nitidez.

O tecido não precisa ser novo. Você pode aproveitar, ou reutilizar, algo que já tenha em casa e que esteja em fase de descarte ou substituição. Escolha uma parte que esteja em bom estado. Nada impede, também, que o faça com dois tecidos diferentes, sobretudo quanto as cores. Fica por conta de sua criatividade.
Veja também: Como fazer um avental usando uma calça jeans velha
Você vai precisar de1,40 m de tecido, e, com no passo a passo você vai fazer:
  • Corte o avental nas medidas sugeridas;
  • Faça as bainhas e prenda as alças;
  • Monte o bolso e costure na frente do avental;
Como vê, não tem erro, é muito simples.

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quinta-feira

Como fazer para manter a higiene adequada em suas tábuas de carne

Embora as “tábuas” de plástico venham ocupando espaço, as tradicionais tábuas de madeira para carne são as melhores e, ainda, as preferidas de quem lida na cozinha.

Logo, em nome da higiene essencial ao preparo dos alimentos, já que ela tem um nível de porosidade, logo, absorve, mesmo que superficialmente, algo dos líquidos dos alimentos que acabam “por se converterem” em microrganismos, bactérias, o ideal é que passe por uma “geral”, garantindo assim a sua integridade física e higiene.

A depender da frequência de uso, sobretudo com carnes, o ideal é que faça isso pelo menos duas vezes por semana.

A primeira dica é fazer uma solução com um terço de copo de vidro de água sanitária para 4 litros de água e deixe a tábua de molho por aproximadamente 30 minutos.

Outra solução é substituir a água sanitária pelo vinagre, só que em proporção diferente. E o volume vai depender do tamanho de sua tábua, já que a proporção ideal é de 1 por 4, ou seja, uma parte de vinagre por 4 de água.

Você deve fazer uma solução com quantidade suficiente em que possa submergir a tábua. A duração? Pode ser a mesma da dica anterior.

Nos dois casos, deixe as tábuas secarem “em pé” para que resíduos da mistura não provoquem manchas, sobretudo nas mais escuras.

A segunda opção pode ser a ideal, já que o gosto e cheiro residual que permanece nas tábuas pode não ser uma boa ideia na hora de voltar a usar, ou cortar alimentos sobre ela. Sendo que o vinagre costuma ser um bom tempero.

Uma ideia interessante que vai facilitar o uso e as necessidades de higiene é adotar uma tábua para cada função, ou seja, uma para carnes, outra para verduras e legumes e outra para “outras coisas”.

A tábua de carne, deve ser substituída quando começar a aparecer manchas escuras em seu centro, que resistam às suas tentativas de limpeza e higiene.

O ideal é que prefira as tábuas de madeira dura, ou seja, aquelas mais pesadas e de cor escura, “vermelhas” – não colorida artificialmente – pois, as mais comuns, e mais baratas, costumam ser feitas de pinho, que é uma madeira, relativamente, mole e mais permeável, logo, mais suscetível de contaminação.

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terça-feira

Como fazer para aproveitar com criatividade os espaços atrás das portas

Recentemente publicamos aqui uma dica de como aproveitar os espaços sob as camas e ainda por cima reaproveitando objetos normalmente descartados, agora é como fazer o mesmo com o espaço atrás das portas, tanto as portas de cômodos como dos próprios armários para guardar os mais variados objetos.

Parece que a ideia não é lá muito nova. Lembra-se das sapateiras atrás das portas? Acho que sumiram, mas nas linhas abaixo vai encontrar boas variações, e o melhor, pode ser feito por você mesmo.
Leia também:
Como fazer para reaproveitar gavetas descartadas
Como fazer um gaveteiro simples e fácil reutilizando gavetas descartadas
Como vai ver nas imagens abaixo, dá para aproveitar muito bem esse espaço ocioso, ou para ser mais preciso, espaços ociosos, por toda a casa, sobretudo em quartos, cozinha e áreas de serviço.

O bom é que vai ficar tudo discretamente ‘escondido’ e facilmente acessível.
Um detalhe importante é verificar periodicamente o estado de conservação das dobradiças em função deste peso extra. Aproveite a oportunidade para lubrificá-las com “óleo de máquina”.
É bom evitar colocar objetos muito pesados nestes “armários”, já que originalmente as dobradiças das portas foram concebidas para suportarem outro peso. Aquele das próprias portas.
Em algumas imagens a prateleira pode ser fixada na parede atrás da porta, ou no espaço que ela ocupa quando aberta, ou no caso de porta de armários o espaço até as prateleiras.
Nesta imagem abaixo vemos duas estantes de pinus, bem leves, fixadas nas duas portas, em largura equivalente às próprias portas e em profundidade permitida pelo espaço livre até as prateleiras.
Como pode ver, além de modelos em si, estas imagens podem levá-lo a usar a criatividade e bolar outros usos interessantes para usar em suas portas.

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domingo

Como fazer para deixar o seu banheiro com um cheirinho suave e gostoso

Banheiro deve ter, pelo menos em tese, um cheiro de limpeza. Geralmente é o suficiente tanto para o seu conforto e bem estar como para os olhos e narinas das visitas, não é verdade?

Entretanto, você pode adicionar um toquezinho pessoal a este cheiro de limpeza, expressão que pressupõe um habito e/ou ritmo de “ficar de olho” e deixá-lo – ia dizer radicalmente – bem limpo no cotidiano e não, apenas, depois de uma faxina periódica.

Para isso, para adicionar o seu toque pessoal, você pode lançar mão de alguns pequenos e discretos recursos. A imagem já ilustra uma das alternativas, que é colocar algumas gotas do óleo essencial de sua preferência na parte interna do rolo do papel higiênico – poucas, mesmo – para que fique bem suave, discreto.

A depender da quantidade que colocar pode deixar, também, algum perfume no próprio papel higiênico, o que em si mesmo não seria algo ruim, já que seria mais agradável do que as versões que já vêm perfumadas.

Outra ideia é pingar nos tapetes, o que tem uma boa duração e fica mais dissimulado.

Tem ainda, algumas, que vamos citar, mas que podem ficar muito explícitas, pouco discretas e podem deixar o seu banheiro com cara de “banheiro perfumado”, quando a ideia aqui é dar-lhe um toque leve e sutil.

Deixar algo a título de sachê, como uma almofadinha ou uma bonequinha de tecido pendurados e “perfumados”.

Já vi até a ideia de um pedaço de papel higiênico perfumado colocado no fundo do cestinho de papel, para que ele faça uma “media” com os outros – papéis higiênicos usados – que virão depois, por cima.

É isso! Como falamos no princípio a ideia é personalizar o seu banheiro com um toque de sua essência preferida e deixá-lo mais charmoso e agradável.

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sexta-feira

Como fazer para escolher o prego mais indicado para o seu trabalho

Um grande contratempo que costuma acontecer em nossos trabalhos, como amadores que somos, é quando um prego, e seus parentes próximos, insistem em não cooperar ou mesmo acabam por detonar nosso trabalho, resistindo a serem usados ou mesmo rachando ou estragando o nosso trabalho.

Uma referência fundamental é saber qual vai ser o material, o tipo de madeira, bem como a superfície onde pretendemos “pregar” o nosso prego, já que existem aqueles específicos para cada caso, facilitando assim o uso e a qualidade final do nosso trabalho.

Daí, conhecer mais de perto estes aliados é uma boa ideia.

Uma dica geral, que serve para qualquer situação, é começar a bater o prego devagar, com firmeza, esperando que ele penetre lentamente na estrutura, o que garante assim que siga certo e sem provocar estragos sem necessidade, ou mesmo venha a entortar ou danificar a superfície onde está sendo “batido”.

Todos pregos, seja qual for sua aplicação, obedecem o mesmo princípio ao entrar na madeira, cortando os veios e empurrando as pontas das cerdas rompidas para baixo, formando assim uma espécie de trava e dificultando sua remoção.

Neste caso, no uso em madeira – marcenaria e/ou carpintaria – o prego utilizado tem a ponta constituída por quatro faces formando um vinco lateral para cortar os veios da madeira, quando esta penetração na madeira ocorre de forma transversal às fibras portanto, sem traumas ou rupturas.

Caso esta penetração ocorra no mesmo sentido dos veios, a tendência é forçá-las a se abrirem, facilitando uma eventual ruptura na peça, a velha rachadura.

Em carpintaria ou marcenaria o prego de uso geral, ou seja, o prego mais comum, conhecido, também, por “ponta paris” é um prego de corpo cilíndrico, com a cabeça em dois formatos, a cabeça chata em forma de prato e o que tem formato em bola, mais conhecido por prego sem cabeça, neste caso facilitando o acabamento em algumas estruturas e situações.

Uma observação importante:

A madeira racha facilmente, logo, a saída é usar a furadeira com uma broca um pouco mais fina do que o prego que vai ser utilizado. Utilize um prego de cabeça pequena e aproveite para “enterrá-lo” todo na madeira, o que vai facilitar o acabamento depois.

Prego com Cabeça

Aplicações: Construção de casas; confecção de estruturas; construções pesadas; marcenaria; caixotaria e domésticas.

Prego Sem Cabeça

Aplicações: Marcenaria; móveis; assoalhos; rodapés; guarnições; portas e janelas.

Benefícios: Não mancha a madeira; não suja as mãos; ponta perfeita e comprimento preciso.

Prego Cabeça Dupla
 
Aplicações: Fechamento de formas; fixação dos aprumadores; escoramento de lajes; estruturas de bandejas e estruturas temporárias.

Benefícios: Não danifica a madeira; fácil arranque; desforma rápida e elimina etapas no fechamento das formas.

Prego Galvanizado

Aplicações: Móveis especiais; bricolagem; adornos; molduras e fixação externa em construção civil.

Benefícios: Resistência à corrosão; estética; maior durabilidade e maior segurança na fixação.

Prego Telheiro

Aplicações: Telhas de fibrocimento; aço; alumínio; folha de zinco com espessura até 5 mm e pequenas ondas até 39 mm sobre estrutura de madeira.

Benefícios: Mais pregos por quilo – a melhor relação custo x benefício do mercado. Cabeça soldada – evita vazamento; 100% galvanizado – protege contra a corrosão; borracha flexível – não resseca com a ação do tempo; prego espiralado – segura sua telha como nenhum outro.

Prego para Taco

Aplicações: Fixação de tacos (assoalho) e fixação de batentes.

Benefícios: O formato da cabeça permite maior fixação do prego ao assoalho.

Prego Anelado

Aplicações: Madeiras de menor densidade (macias); caixotaria em geral; pallets; embalagens e móveis.

Benefícios: Excepcional resistência ao arrancamento; melhor adaptação à fibra de madeira e permite utilizar menor número de pregos.

Prego Ardox

Aplicações: Madeiras de maior densidade (duras); pallets; embalagens e suportes de madeiras.

Benefícios: Melhor conexão da madeira; fácil penetração; resistência ao arrancamento; melhor relação custo x benefício e excelente poder de perfuração.

Prego Quadrado

Aplicações: Casco de embarcações; acabamento interno de embarcações; mata-burros e decks de piscinas.

Benefícios: Formato quadrado – não permite que a madeira “trabalhe” e se solte; galvanizado a fogo – maior proteção contra corrosão.
 
Então, com estas informações vai ficar bem mais fácil fazer seus trabalhos e com mais segurança, eficiência e bons resultados.

Se gostou mesmo, passe essas informações para frente, para os seus amigos e conhecidos, que usam o prego tanto para o “hobby” como para o trabalho formal.

Com informações de FazFacil

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